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	<title>Homem.org&#187; textos avançados</title>
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	<description>Onde os homens são homens.</description>
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		<title>MFP &#8211; O Movimento Feminino Perverso</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 08:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Valadão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção Verdadeira]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças entre homens e mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[guerra dos sexos]]></category>
		<category><![CDATA[mfp]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<address>Esta matéria dá início a uma série voltada aos membros avançados, para os quais um pingo é letra e não se faz mais necessário explicar o bê-a-bá de cada coisa. Não estou oferecendo pérolas aos porcos, visto que quem não sabe o básico, não saberá sobre o que os temas desta série tratam. É como alguém que não sabe nem fazer soma e multiplicação, ler instruções para extrair raiz quadrada.</address>
<address><em> </em><em><strong><br />
</strong></em></address>
<address> </address>
<div>Ok, podem achar que eu sou um teórico da conspiração, mas a verdade é que existe um movimento feminino que, imagino, não seja organizado, porém funciona articuladadamente, como se as mulheres houvessem combinado tudo antes. A impressão que se tem é que se o homem não se submete às condições impostas pelas mulheres neste movimento, ele não comerá mais ninguém. Como pode-se supôr, muitas vezes este movimento mantém o homem subjugado.</div>
<div><em> </em><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div>O homem não tem consciência dele. Sente-o perturbando o seu bem-estar, mas não sabe exatamente o que é. É como aquele ruído da geladeira que não nos damos conta, mas que quando cessa, sentimos um enorme alívio e percebemos o quão agradável o mundo poderia ser sem ele!</div>
<div><em> </em><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div>A famosa guerra dos sexos não é uma guerra declarada. É uma guerra de subentendidos, de expectativas, de culpas e medos. E não é possível analisar este assunto em uma simples matéria aqui no site. É campo para inúmeros artigos, cada qual esclarecendo um pouco mais a verdadeira natureza deste <strong>Movimento Feminino Perverso</strong> (MFP). Vamos dar aqui as linhas gerais, mas estaremos longe de compreendê-lo. Assim como ele não é arquitetado pelas mulheres, ele apenas pode ser intuído pelos homens.</div>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div>Quanto mais tentamos explicar do que o MFP se trata, mais confuso o conceito se torna, pois ele é quase abstrato e muito abrangente. A melhor forma de compreendê-lo é não racionalizando-o, percebê-lo como uma espécie de energia que permeia muitas ações femininas e repercute nos sentimentos e nos movimentos masculinos, restringindo-os.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
<div>Sim, os homens são tolhidos constantemente pelo MFP, mas existem meios de identificar a sua ação e aí fazer um movimento contrário, a fim de neutralizá-lo. Em linhas gerais, a ação do MFP visa basicamente impedir o homem de fazer o que quer. Isto porque o que o homem quer fazer raramente vai ao encontro do que a mulher quer que ele faça. Desta forma, se você conseguir identificar que está deixando de fazer algo que quer ou, pior ainda, fazendo algo que não quer, é muito provável que neste instante você esteja sob o jugo do MFP.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
<div>Identificar que está deixando de fazer algo que quer ou fazendo algo que não quer é o primeiro passo para perceber a ação do MFP. Em seguida você deve se questionar: “por que estou deixando de fazer isso?” (ou “por que estou fazendo isso?”). Identifique uma das respostas possíveis oriundas da influência do MFP:</div>
<div>
<ul>
<li>Porque, se eu não agisse assim, sentiria uma certa “culpa”.</li>
<li>Porque está pressuposto que eu deva agir assim.</li>
<li>Porque é minha vez.</li>
<li>Porque ela conta que eu aja assim.</li>
<li>Porque eu preciso ajudar.</li>
<li>Porque é sacanagem.</li>
<li>Porque, se eu fizer, ela pode fazer também.</li>
</ul>
</div>
<div>Estas são só algumas possibilidades. Na verdade existem muitas variações destas respostas que poderiam ser creditadas ao MFP. O que elas tem em comum é que em nenhum caso o assunto em questão foi conversado &#8211; tudo é pressuposto. Aí é que reside o maquiavelismo do movimento.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
<div>Como foi dito antes, o assunto é extenso e nem nos passa pela cabeça esgotá-lo em uma matéria. As suas variações e  imensa importância na vida do homem faz com que o tema seja fonte inesgotável de colunas futuras. Até lá, pois.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div><strong><em> </em></strong></div>
</div>
<div>
<div><em><strong>Salomão Valadão</strong></em></div>
<div>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
</div>
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