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	<title>Homem.org&#187; homem</title>
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	<description>Onde os homens são homens.</description>
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		<title>Dissensão: III &#8211; Conseqüências</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 15:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maxmillian Roberts</dc:creator>
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Deste ponto em diante, os componentes da relação começam a perceber que seus atos não passaram impunes, notam, primeiro de forma frívola, depois, perturbadora, que a lei da ação e reação ainda vige, e passam colher os frutos de sua inconseqüência.
As brigas e os momentos de melindre começam a superar os momentos legais e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-577" title="disssensao-iii-final" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/disssensao-iii-final.jpg" alt="disssensao-iii-final" width="590" height="300" /><br />
Deste ponto em diante, os componentes da relação começam a perceber que seus atos não passaram impunes, notam, primeiro de forma frívola, depois, perturbadora, que a lei da ação e reação ainda vige, e passam colher os frutos de sua inconseqüência.</p>
<p>As brigas e os momentos de melindre começam a superar os momentos legais e a paz fabricada desmorona.</p>
<p>Esse processo é gradual , tortuoso e normalmente leva a uma destruição da relação de uma forma inequívoca e irrevogável.</p>
<p>O convívio passa a ser mais obrigação que prazer. A vida a dois se transforma em resmungos e cópula, pontuados por esparsas explosões de prazeres sinceros</p>
<p>As risadas diminuem e as atenções são voltadas para além dos muros da relação. Normalmente é nessa época que o homem começa a lembrar das antigas conquistas e se perguntar que fim levaram e procura sua antiga agenda de telefones, enquanto a mulher começa a se inquietar pela falta de empenho dele em mudar. (afinal, ele concordou com isso, não é mesmo? em troca dos prazeres proporcionados ele assinou aquele contrato que o transformaria nO Cara!)</p>
<p>Dependendo do caso, os partícipes, imbuídos de inspiração divina, ou mesmo, ouvindo conselhos de outros,  conseguem aperceber-se do novo <em>status quo</em> e conseguem sair praticamente incólumes da &#8220;sociedade&#8221;.</p>
<p>Porém, quando um, ou ambos os lados, fazem uso apenas das emoções (totalmente deturpadas a esta altura) os danos são mortais para o convívio, e a relação chega ao final do período de validade, e apesar de veementes protestos de ambas as partes, tudo o que acontece daí para frente é apenas prorrogação.</p>
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		<title>Dissensão: II &#8211; Da Paz às Primeiras Rusgas</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 14:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maxmillian Roberts</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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Aí, seja por alguma armadilha do destino, por uma ou algumas  belas trepadas, por falta do que fazer, ou seja pela solidão, o homem e a mulher continuam se vendo e começam a formar aquilo que chamaremos de &#8220;relação&#8221;.
Desse momento em diante, toda aquela sutileza de pensamento masculino e a lógica já foram para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/dissensao2b.jpg" alt="dissensao2b" title="dissensao2b" width="590" height="299" class="aligncenter size-full wp-image-525" /></p>
<div class="Ih2E3d">Aí, seja por alguma armadilha do destino, por uma ou algumas  belas trepadas, por falta do que fazer, ou seja pela solidão, o homem e a mulher continuam se vendo e começam a formar aquilo que chamaremos de &#8220;relação&#8221;.</p>
<p>Desse momento em diante, toda aquela sutileza de pensamento masculino e a lógica já foram para o vinagre. O plano estava indo bem, até que ele pegou na mão dela, e se apaixonou.</p>
<p>Nota: O verbo &#8220;apaixonar&#8221;, no caso é utilizado no mais amplo espectro possível, pois a paixão e o amor estão, desde a fundação até os dias de hoje, em debate entre os membros da Honrada, sem que nenhuma conclusão tenha sido oficializada por esta organização. Portanto, vai desde o &#8220;tá quentinho&#8221; ao &#8220;vou me matar por ela&#8221;.</p>
<p>Em contrapartida, a mulher, geralmente a partir desse momento, traça seus planos para satisfazer seu ambicioso projeto: transformar aquele homem no seu ideal.</p>
<p>Nota: O termo ambição é utilizado de maneira propositada, eis que é entendimento do autor que todas as mulheres têm o objetivo de se ajuntarem com seu &#8220;parceiro ideal&#8221;, mesmo que para isso, tenham que transformar ou modelar o espécime que está ao alcance das mãos.</p>
<p>A partir dessa inversão de papéis, na troca de lógica por emoção deturpada e emoção por lógica deturpada, respectivamente, é que ocorre, dependendo dos casos analisados, um período de paz.</p>
<p>Essa paz é proporcionada pela lógica deturpada dela e pelo abobamento dele, que tendem a estender o prazer dos primeiros contatos e as concessões de ambas as partes em prol da relação.</p>
<p>Depois de algum tempo, que varia de caso a caso, (mínimo 3 horas, máximo 6 meses) começam, de maneira sutil, porém perseverante e impiedosa, as cobranças e pedidos em prol da &#8220;mudança&#8221;, da &#8220;transformação&#8221;, do &#8220;aprimoramento&#8221;, que no caso, são sinônimos da tão conhecida &#8220;ADEQUAÇÃO&#8221;.</p></div>
<p>Nesse ponto a dissensão se amplia, pois há todo um enredo para a adequação, que passa por mudanças mínimas desde o deixar de fazer coisas legais (parar de jogar com os amigos nas noites de quinta), até o ponto em que, para manter a relação é preciso fazer coisas que antes eram consideradas penosas (lavar a louça, ou sair com aqueles amigos super legais da faculdade dela ou fazer compras com ela).</p>
<div class="Ih2E3d">
<p>Vejam bem: esse é um ponto no qual muitas das tentativas de mudança empacam, pois o abobamento inicial pode ser afastado de pronto pelo espécime em processo de adequação, e por conseqüência, a lógica ser restaurada, o que leva a destruição da relação.</p></div>
<p>Mas, estudos demonstram que são poucos os que conseguem se libertar do pano (véu) nessa hora, e que conseguem ver sua real situação. Os demais coitados, conseguem apenas vislumbrar a passagem e pensam que se mantém no controle da situação (ha-ha-ha!), e tentam retomar o controle, para  modificar o processo de transição, o que dá ensejo às primeiras rusgas.</p>
<p>- continua -</p>
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