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	<title>Homem.org&#187; guerra dos sexos</title>
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	<description>Onde os homens são homens.</description>
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  <title>Homem.org</title>
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		<title>Mea Nostras culpa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 05:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Explicando melhor]]></category>
		<category><![CDATA[abismo]]></category>
		<category><![CDATA[burrice feminina]]></category>
		<category><![CDATA[burrice masculina]]></category>
		<category><![CDATA[guerra dos sexos]]></category>

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		<description><![CDATA[Rolou aí uma certa revolta feminina generalizada em decorrência de um texto publicado semana passada por um dos integrantes das fileiras da H.O.M.E.M. Quanto a isso, venho publicamente pedir desculpas: como membro desta Honrada Organização, a última coisa que quero fazer &#8211; e creio que meus companheiros seguem essa filosofia &#8211; é ofender ou desagradar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rolou aí uma certa revolta feminina generalizada em decorrência de um texto publicado semana passada por um dos integrantes das fileiras da H.O.M.E.M. Quanto a isso, venho publicamente pedir desculpas: como membro desta Honrada Organização, a última coisa que quero fazer &#8211; e creio que meus companheiros seguem essa filosofia &#8211; é ofender ou desagradar o sexo oposto de alguma maneira. O objetivo deste blog não é, de forma alguma, acirrar ainda mais a guerra entre os sexos ou jogar lenha na fogueira das vaidades que queima entre homens e mulheres. Pelo contrário: é tentar trazer alguma luz aos incautos que, por inaptidão, imprudência ou imperícia, não sabem como lidar com as mulheres.</p>
<p>Não que eu seja um grande expert (e quem me conhece sabe que eu sou até meio amador), mas qualquer experiência compartilhada é válida, afinal.</p>
<p>Infelizmente, como qualquer iniciativa masculina nesse sentido, uma ou outra mensagem acaba sendo mal-interpretada, qualquer que seja a razão, e não estou aqui para crucificar um honrado companheiro. De todo modo, sendo este um blog escrito a várias mãos, opiniões podem &#8211; e vão &#8211; variar. Senti necessidade, portanto, de lançar aqui as minhas palavras a respeito do julgamento masculino sobre a inteligência feminina.</p>
<p>Em primeiro lugar, as mulheres não são burras em sua maioria. Existem, logicamente, mulheres burras, como existem homens que morreriam pastando se caíssem catando cavaco. Mas não acredito que seja uma característica cromossômica, como alguns homens gostam de insinuar (ou afirmar, em certos casos). Antes, considero culpa de um estúpido comportamento masculino a falta de foco de algumas mulheres em questões pelos homens consideradas como sendo indicadoras de intelecto.</p>
<p><center><a href="http://homem.org/wp-content/uploads/2008/12/babewithbook.jpg"><img title="babewithbook" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2008/12/babewithbook-253x300.jpg" alt="" width="253" height="300" /></a><br />
<span style="font-size: xx-small;">Porque não existe gostosona burra que supere os encantos de uma mulher inteligente!</span></center></p>
<p>A maioria dos homens não exige inteligência de sua(s) mulher(es), apenas peitos empinados, bunda grande e coxas grossas. Tudo isso, de preferência, firme e à mostra. Inteligência é apenas uma peculiaridade, não um pré-requisito. Mulheres, por outro lado, exigem dos homens um bocado mais do que isso. Não basta chegar, é preciso chegar de forma esperta. Não é só dizer &#8220;Oi&#8221; e ficar esperando que ela leve a conversa adiante, é necessário dar um rumo interessante ao que se diz. Não basta querer, tem que fazer por onde. Dar o sangue, suar a camisa, correr atrás.</p>
<p>Homens desenham e constróem pontes, pilotam foguetes, desenvolvem mecanismos de propulsão, submarinos, GPS, televisores de plasma. Homens quebram a cabeça para descobrir como bombar sementes, criar água a partir do nada, transformar anéis de latas de refrigerante em ouro puro. Homens se esfalfam em todas as áreas das ciências e da artes por uma razão muito simples: mulheres.</p>
<p>Ninguém quer pilotar um jato experimental que voa no subespaço entre as dimensões a cinqüenta vezes a velocidade do som! Ninguém quer entrar numa cápsula cheia de toneladas de combustível e acender aquela trolha para dar a volta na lua! Ninguém quer operar uma britadeira sobre as vigas oscilantes do septuagésimo terceiro andar de um arranha-céu em construção! Ninguém quer flutuar no vácuo espacial, apertando os parafusos de um satélite em órbita ou  descobrir meios de atravessar um despenhadeiro sobre um rio infestado de crocodilos apenas para levar até o outro lado as cordas necessárias para a construção de uma ponte rústica de madeira! Nós lutamos essas batalhas absurdas, cada homem enfrenta seus demônios desde tempos imemoriais por uma razão simples: tentar convencer uma mulher a sair com ele! E quanto mais difícil a mulher, maior a tarefa à qual o infeliz se submete! Sir Edmund Hillary, o primeiro homem a escalar o Monte Everest, provavelmente era apaixonado por uma neozelandesa que dispensava a ele tratamento tão gélido que tornava a idéia de escalar aquela monstruosidade geológica, com todos os seus perigos, um passeio no parque. Por trás de cada grande feito, cada gloriosa obra de arte, o que existe é isso: um homem querendo comer uma mulher.</p>
<p>Porque é isso que as mulheres fazem: exigem, solicitam, pedem, mandam e desmandam. E por mais que nós nos gabemos para nossos amigos desses feitos absurdos, todos eles sabem que o mérito não é nosso, mas de vocês. Vocês nos convenceram a isso, ainda que não tenham dito nada. Nós nos convencemos a arriscar nosso pescoço das mais variadas formas, porque talvez, só talvez, isso faça aquela vizinha gostosa que nunca nos deu a menor pelota considerar a possibilidade de lembrar o nosso nome (e quem sabe nos dar o número do telefone&#8230;).</p>
<p>E o que uma mulher precisa fazer para convencer um homem a ter uma ereção, tirar as roupas e ir para a cama com ela? Geralmente, mostrar os peitos é suficiente.</p>
<p>Nós não exigimos nada das mulheres! Tudo o que os homens vêm ensinando às suas filhas, irmãs, sobrinhas e primas, desde que o mundo é mundo, é que elas não têm que ler, se informar, pensar de forma crítica e saber dialogar. Toleramos mulheres fúteis, vazias, que não sabem discutir nada além do último episódio da novela das 8 ou a vida sexual do povo da casa da frente só por que têm peitos antigravitacionais, e depois ficamos com esse papinho machista de que as mulheres são burras? Ensinamos às meninas, desde pequenas, que o que elas precisam é ser suficientemente gostosas pra arranjar um marido cheio da grana e ajudar a família a encher a burra de dinheiro e esperamos que saia, desse angu, que tipo de caroço?</p>
<p>É <strong>POR ISSO</strong>, e não por uma suposta deficiência intelectual latente, que os grandes feitos femininos só passaram a ser documentados com certa assiduidade nos últimos anos: porque as mulheres suficientemente espertas a ponto de ver além dessas cobranças superficiais, a ponto de querer algo maior que a típica vidinha &#8220;confortável&#8221; de dona-de-casa, a ponto de acreditar que elas também podem traçar metas e cumprir objetivos absurdos conseguiram o direito de fazer isso e vêm fazendo, desde então.</p>
<p>Mulheres não são burras, homens são idiotas e fáceis de agradar. E homens idiotas com critérios superficiais incentivam mulheres a serem idiotas e superficiais. E existem muitas mulheres superficiais porque a maioria dos homens é idiota e superficial. É um ciclo. Se cada guria que dissesse &#8220;seje&#8221; ou que não entendesse referências literárias simples levasse um gelo ao demonstrar a vastidão de sua ignorância indômita &#8211; porque ela nunca se propôs a domar, ocupada que estava em descobrir novos sutiãs pra levantar os peitos e calças de empinar bunda -, independentemente de seu grau de beleza, garanto que a maior parte das mulheres se esforçaria muito mais do que se esforça na busca do conhecimento e do desenvolvimento intelectual.</p>
<p>O problema é que a maioria dos homens também fala &#8220;seje&#8221;, &#8220;menas&#8221;, não sabe ler ou escrever e considera que conhecimento e desenvolvimento intelectual é saber explicar corretamente a regra de impedimento. Tudo isso, no fim das contas, resume-se a um conceito simples, que, neste caso, caminha nos dois sentidos: só há mercado porque há demanda.</p>
<p>Mas saibam, mulheres inteligentes (com ou sem belos decotes, com ou sem bunda grande, com ou sem coxas fornidas), que há quem as aprecie pelo que vocês têm na cabeça, não pelo que têm na calcinha! Para esses homens, o que liga, mais do que o comprimento da sua saia ou a cor da sua lingerie, é sua inteligência, seu conhecimento e seu senso de humor. Nada mais lindo, no universo e ao redor dele, do que uma mulher com senso de humor!</p>
<p>Porque se uma gostosa de propaganda de cerveja é pra comer, uma gostosa de propaganda de cerveja capaz de fazer citações de Monty Python e discutir o paradoxo do Tostines numa mesa de bar é pra casar!</p>
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		<title>MFP &#8211; O Movimento Feminino Perverso</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 08:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Valadão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção Verdadeira]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças entre homens e mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[guerra dos sexos]]></category>
		<category><![CDATA[mfp]]></category>
		<category><![CDATA[movimento feminino perverso]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta matéria dá início a uma série voltada aos membros avançados, para os quais um pingo é letra e não se faz mais necessário explicar o bê-a-bá de cada coisa. Não estou oferecendo pérolas aos porcos, visto que quem não sabe o básico, não saberá sobre o que os temas desta série tratam. É como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>Esta matéria dá início a uma série voltada aos membros avançados, para os quais um pingo é letra e não se faz mais necessário explicar o bê-a-bá de cada coisa. Não estou oferecendo pérolas aos porcos, visto que quem não sabe o básico, não saberá sobre o que os temas desta série tratam. É como alguém que não sabe nem fazer soma e multiplicação, ler instruções para extrair raiz quadrada.</address>
<address><em> </em><em><strong><br />
</strong></em></address>
<address> </address>
<div>Ok, podem achar que eu sou um teórico da conspiração, mas a verdade é que existe um movimento feminino que, imagino, não seja organizado, porém funciona articuladadamente, como se as mulheres houvessem combinado tudo antes. A impressão que se tem é que se o homem não se submete às condições impostas pelas mulheres neste movimento, ele não comerá mais ninguém. Como pode-se supôr, muitas vezes este movimento mantém o homem subjugado.</div>
<div><em> </em><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div>O homem não tem consciência dele. Sente-o perturbando o seu bem-estar, mas não sabe exatamente o que é. É como aquele ruído da geladeira que não nos damos conta, mas que quando cessa, sentimos um enorme alívio e percebemos o quão agradável o mundo poderia ser sem ele!</div>
<div><em> </em><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div>A famosa guerra dos sexos não é uma guerra declarada. É uma guerra de subentendidos, de expectativas, de culpas e medos. E não é possível analisar este assunto em uma simples matéria aqui no site. É campo para inúmeros artigos, cada qual esclarecendo um pouco mais a verdadeira natureza deste <strong>Movimento Feminino Perverso</strong> (MFP). Vamos dar aqui as linhas gerais, mas estaremos longe de compreendê-lo. Assim como ele não é arquitetado pelas mulheres, ele apenas pode ser intuído pelos homens.</div>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div>Quanto mais tentamos explicar do que o MFP se trata, mais confuso o conceito se torna, pois ele é quase abstrato e muito abrangente. A melhor forma de compreendê-lo é não racionalizando-o, percebê-lo como uma espécie de energia que permeia muitas ações femininas e repercute nos sentimentos e nos movimentos masculinos, restringindo-os.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
<div>Sim, os homens são tolhidos constantemente pelo MFP, mas existem meios de identificar a sua ação e aí fazer um movimento contrário, a fim de neutralizá-lo. Em linhas gerais, a ação do MFP visa basicamente impedir o homem de fazer o que quer. Isto porque o que o homem quer fazer raramente vai ao encontro do que a mulher quer que ele faça. Desta forma, se você conseguir identificar que está deixando de fazer algo que quer ou, pior ainda, fazendo algo que não quer, é muito provável que neste instante você esteja sob o jugo do MFP.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
<div>Identificar que está deixando de fazer algo que quer ou fazendo algo que não quer é o primeiro passo para perceber a ação do MFP. Em seguida você deve se questionar: “por que estou deixando de fazer isso?” (ou “por que estou fazendo isso?”). Identifique uma das respostas possíveis oriundas da influência do MFP:</div>
<div>
<ul>
<li>Porque, se eu não agisse assim, sentiria uma certa “culpa”.</li>
<li>Porque está pressuposto que eu deva agir assim.</li>
<li>Porque é minha vez.</li>
<li>Porque ela conta que eu aja assim.</li>
<li>Porque eu preciso ajudar.</li>
<li>Porque é sacanagem.</li>
<li>Porque, se eu fizer, ela pode fazer também.</li>
</ul>
</div>
<div>Estas são só algumas possibilidades. Na verdade existem muitas variações destas respostas que poderiam ser creditadas ao MFP. O que elas tem em comum é que em nenhum caso o assunto em questão foi conversado &#8211; tudo é pressuposto. Aí é que reside o maquiavelismo do movimento.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
<div>Como foi dito antes, o assunto é extenso e nem nos passa pela cabeça esgotá-lo em uma matéria. As suas variações e  imensa importância na vida do homem faz com que o tema seja fonte inesgotável de colunas futuras. Até lá, pois.</p>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
<div><strong><em> </em></strong></div>
</div>
<div>
<div><em><strong>Salomão Valadão</strong></em></div>
<div>
<div><em><strong><br />
</strong></em></div>
</div>
</div>
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