Mentiras e cartas

18. December. 2008 por Eduardo S  

Arquivado em Verdades

Como diria o Dr. House: Everybody lies. Seja casado ou solteiro, homem ou mulher, as mentiras só mudam de contexto, mas preenchem os vazios que as chatas verdades deixam em nossas vidas. O lance é aprendermos a administrar isso de modo a não afetar nossa vida sexual!

Quando namoramos e somos muito certinhos (ou medrosos?), a gente mente porque quer manter meninas que gostam da gente por perto, só pra massagear o nosso ego.

Quando namoramos e não somos muito certinhos (ou medrosos?), traímos.

Quando somos solteiros, não temos que lidar com traições, apenas com as mentiras. Basta administrar as peguetes, quebretes (forma evoluída) e outros tipos de ficantes.

Cada um se organiza de uma forma. Eu prefiro deixar os fins de semana livres para conhecer garotas novas e sair com as peguetes tradicionais de segunda a sexta-feira. Quando ela adquire um status de quebrete, até rola de marcar algo no fim de semana. Mas essa condição privilegiada é só pra’quelas que eu não desejo transformar em pizza de calabresa no dia seguinte.

O mais difícil é evitar fazer uma cagada naquelas noites que se encaminham para o zero a zero e você começa a pensar. “Vou ligar pra alguma peguete-delivery”. Aí começamos a buscar os nomes na agenda, igualzinho a música do Gabriel Pensador.

É nessas horas eu sempre me pergunto: o que a maioria daqueles nomes estão fazendo ali!? Quem é Márcia, Carmen, Alice? E os apelidos? São ainda mais difíceis! Minha crença é que os piores são os que nascem partículas terminadas em “u”. Lu (ciana, zia, cianne…); Su (ellen, ely, zane…); Ju (lly, liana, lia…). Impossível lembrar! 

Às vezes dá certo. Outras não. É, como diz um amigo meu: sexo é igual jogo de cartas; ou você tem uma boa dupla ou uma boa mão!