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	<title>Homem.org&#187; Ultimos Posts</title>
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	<description>Onde os homens são homens.</description>
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  <title>Homem.org</title>
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		<title>Lições do papai</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 15:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção Verdadeira]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimos Posts]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[Santana]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca pensei que uma memória relacionada ao meu pai pudesse definir tanto meu comportamento com as mulheres. Acho que o ano era 1986. Ele adorava carros e minhas lembranças dele se confundem até hoje com os carangos que possuiu: os dois pumas Spider (amarelo e vermelho), o Dodge Charge RT, o Chevette cinza e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/homem1p.jpg" alt="homem1p" title="homem1p" width="590" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-595" /></p>
<p class="MsoNormal">Nunca pensei que uma memória relacionada ao meu pai pudesse definir tanto meu comportamento com as mulheres. Acho que o ano era 1986. Ele adorava carros e minhas lembranças dele se confundem até hoje com os carangos que possuiu: os dois pumas Spider (amarelo e vermelho), o Dodge Charge RT, o Chevette cinza e o Santana vinho. Esse último foi, provavelmente, o único que ele havia comprado zero km e estava tirando aquela onda de coroa no carrão. Eu adorava aquele carro, aliás, toda a família. Saímos para almoçar, os quatro como sempre. Picanha no bar 810, maravilha! Porém no caminho, na esquina da Rua das Rosas, quando meu pai parou no sinal, o carro da frente veio dando ré devagarzinho e&#8230; cataplau! Silêncio de alguns segundos até que minha mãe estressada, viu através do vidro que era uma mulher que conduzia o carro “culpado”- Essa mulher é louca! – berrou olhando para meu pai com uma entonação de quem pede providências. Meu irmão e eu estávamos apreensivos, como crianças perdidas. Desce do carro a tal mulher, loira, de vestido solto no corpo até os joelhos, seios empinados, linda e nervosíssima. “Me desculpe senhor&#8230; ai&#8230; é que eu sou inexperiente e não vi&#8230; ai&#8230; me desculpa&#8230;” Meu pai nem saiu do carro para ver o dano. Olhou para ela e disse que “não era nada não”. Que poder! Até aquela data, qualquer um: filho, esposa, amigos, qualquer um que sequer arranhasse aquele carro seria partido em mil pedaços pelo meu coroa. Aquela mulher loira, de vestido solto no corpo até os joelhos, seios empinados, linda e nervosíssima poderia dominar o mundo. Foi a maior demonstração de poder que eu presenciara até então.</p>
<p class="MsoNormal">Enfim, toda a minha vida com o sexo oposto parece estar ligada a essa memória. Basta um sorriso, um decote, um beijo no canto da boca quando me cumprimentam despropositadamente, um shortinho no verão do Rio, um olhar desviado, a nuca descoberta, roupa de academia, enfim, qualquer coisa que elas façam tem o poder de me deixar embasbacado. O carro do papai foi a pedra fundamental da minha deliciosa escravidão aos caprichos das mulheres. Um brinde ao papai!</p>
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		<title>Dissensão: III &#8211; Conseqüências</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 15:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maxmillian Roberts</dc:creator>
				<category><![CDATA[Explicando melhor]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimos Posts]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças entre homens e mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[homem]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[teorias]]></category>

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		<description><![CDATA[Deste ponto em diante, os componentes da relação começam a perceber que seus atos não passaram impunes, notam, primeiro de forma frívola, depois, perturbadora, que a lei da ação e reação ainda vige, e passam colher os frutos de sua inconseqüência. As brigas e os momentos de melindre começam a superar os momentos legais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-577" title="disssensao-iii-final" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/disssensao-iii-final.jpg" alt="disssensao-iii-final" width="590" height="300" /><br />
Deste ponto em diante, os componentes da relação começam a perceber que seus atos não passaram impunes, notam, primeiro de forma frívola, depois, perturbadora, que a lei da ação e reação ainda vige, e passam colher os frutos de sua inconseqüência.</p>
<p>As brigas e os momentos de melindre começam a superar os momentos legais e a paz fabricada desmorona.</p>
<p>Esse processo é gradual , tortuoso e normalmente leva a uma destruição da relação de uma forma inequívoca e irrevogável.</p>
<p>O convívio passa a ser mais obrigação que prazer. A vida a dois se transforma em resmungos e cópula, pontuados por esparsas explosões de prazeres sinceros</p>
<p>As risadas diminuem e as atenções são voltadas para além dos muros da relação. Normalmente é nessa época que o homem começa a lembrar das antigas conquistas e se perguntar que fim levaram e procura sua antiga agenda de telefones, enquanto a mulher começa a se inquietar pela falta de empenho dele em mudar. (afinal, ele concordou com isso, não é mesmo? em troca dos prazeres proporcionados ele assinou aquele contrato que o transformaria nO Cara!)</p>
<p>Dependendo do caso, os partícipes, imbuídos de inspiração divina, ou mesmo, ouvindo conselhos de outros,  conseguem aperceber-se do novo <em>status quo</em> e conseguem sair praticamente incólumes da &#8220;sociedade&#8221;.</p>
<p>Porém, quando um, ou ambos os lados, fazem uso apenas das emoções (totalmente deturpadas a esta altura) os danos são mortais para o convívio, e a relação chega ao final do período de validade, e apesar de veementes protestos de ambas as partes, tudo o que acontece daí para frente é apenas prorrogação.</p>
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		<title>Estudo de caso: A Pochete.</title>
		<link>http://homem.org/estudo-de-caso-a-pochete</link>
		<comments>http://homem.org/estudo-de-caso-a-pochete#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 23:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Valadão</dc:creator>
				<category><![CDATA[É bom ser homem]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimos Posts]]></category>
		<category><![CDATA[bolseta]]></category>
		<category><![CDATA[mfp]]></category>
		<category><![CDATA[pochete]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela dificuldade de explicar o Movimento Feminino Perverso, talvez seja mais fácil pesquisar casos onde a influência deste ficou evidente - e poucas oportunidades expuseram tanto o nefasto movimento quanto o histórico fenômeno da extinção do uso da pochete.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/pochete_abertura.jpg" alt="" width="588" height="300" /><br />
Em artigo anterior, abordei o <a title="MFP - O Movimento Feminino Perverso" href="http://homem.org/mfp-o-movimento-feminino-perverso" target="_blank">Movimento Feminino Perverso</a> (MFP), idéia abstrata de difícil entendimento. É mais ou menos como a Matrix: você só percebe a sua existência quando escapa dela. Pela dificuldade de explicar o conceito, talvez seja mais fácil pesquisar casos onde a influência do MFP ficou evidente &#8211; e poucas oportunidades expuseram tanto o nefasto movimento quanto o histórico fenômeno da extinção do uso da pochete.</p>
<p>Até o início dos anos 70, as mulheres tinham uma grande vantagem sobre os homens: usavam bolsas para carregarem seus badulaques. Nós, homens, entulhávamos os bolsos de nossas calças sociais, paletós e até das camisas (estas, com o maço de cigarros, a carteira de trabalho e o pente Flamengo). Com o advento das calças jeans, a coisa piorou &#8211; os bolsos eram menores e mais apertados. Aboliu-se o uso do paletó, disseminou-se a camiseta e perdemos mais alguns compartimentos para colocarmos o isqueiro, as chaves, documentos, lenço, canetas, carteira, canivete, talão de cheques, cartões de visita, óculos, etc &#8211; coisas comuns de se carregar à época.</p>
<p>A década de 70 trouxe uma esperança: a revolução hippie incorporou a bolsa na indumentária masculina. Mas a coisa não pegou bem. Além dos cabelos compridos, sandálias de couro e outros adereços originariamente femininos, uma bolsa a tiracolo nos deixava perigosamente parecidos com uma mulher. Para piorar, as mulheres hippies pararam de tomar banho e se tornaram mais parecidas com os homens, aumentando a confusão. A fim de se diferenciarem das mulheres, os adeptos da paz e do amor deixaram as barbas crescerem. Em resposta, as mulheres pararam de se depilar. E assim, por excesso de pelos, o movimento hippie chegou ao fim e as guerras continuam até os dias de hoje.</p>
<p>O fato era que a idéia de homem usar bolsa era ruim. Ainda nos anos 70, apareceu uma <em>bolseta</em>* diferenciada para o homem: a capanga &#8211; uma espécie de <em>nécessaire </em>munida de uma alça para levá-la no pulso. Além de ridícula, não era prática e foi responsável pela perda de muitos documentos e dinheiro, graças ao esquecimento constante dela pelos homens nos lugares que frequentavam. A idéia naufragou titanicamente.</p>
<p>Foi no final dos anos 70 que algum pesquisador (<span style="text-decoration: underline;">e não um estilista</span>) adaptou um objeto que vinha de tempos antigos e solucionou de vez o problema, criando a pochete. O que o homem quer é manter os seus apetrechos à mão e de maneira que ele não os esqueça nos lugares onde vai. Carregar suas coisas na cintura sempre foi uma prerrogativa masculina. Ícones de macheza usaram formas primitivas ou especializadas de pochete: os caubóis e suas cartucheiras; os espadachins e suas bainhas; os mercadores medievais e suas bolsas de moedas de ouro presas ao cinto e até mesmo o Batman (o original de Bob Kane e não o Batiman-Feira-da-Fruta interpretado pelo Adam West), com o seu cinto de utilidades.</p>
<p>A pochete resolveu um problemão. De repente, tudo que você precisava estava ali, à mão. Haviam modelos variados, grandes e pequenos, com muitos ou poucos compartimentos e, qualquer que fosse a sua necessidade, você certamente encontrava algum adequado. Vazios, os bolsos das calças podiam enfim ser usados para se colocar aquilo para o qual eles foram originariamente idealizados: as mãos.<img class="aligncenter size-full wp-image-546" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/box_pochete1.png" alt="box_pochete1" width="500" height="489" />Infelizmente, esta não é uma história com final feliz. Para poder entender melhor o que aconteceu, é preciso falar um pouco sobre o MFP. A função primordial do maquiavélico movimento é manter os homens sob controle, subjugados. Para isso ele atua em diversas frentes: costumes, relacionamento, ciência, beleza, arte, cultura, etc. Quando o homem conseguiu se igualar às mulheres no que tange à capacidade de levar suas coisas consigo, elas orquestradamente reagiram, recusando-se a dar para quem ostentasse uma pochete na cintura. Foi um golpe baixo, primorosamente aplicado por todas as mulheres simultaneamente. Logo, em todos os lugares e mídias, se veiculava a idéia de que pochete era feio, pochete era brega, pochete era a encarnação do caramulhão na face da Terra. O suposto asco pelo artefato se espalhou pelas mulheres como rastilho de pólvora. Homem que usa pochete não pode comer ninguém &#8211; está condenado à punheta eterna.</p>
<p>O mais incrível é que os próprios homens foram contaminados pela ideologia antipochete. Logo, todos eles começaram a achar o acessório &#8220;cafona&#8221; e, aos poucos, foram deixando de usá-lo. Provando o quanto o MFP é poderoso, começaram a esquecer que um dia a portaram satisfeitos à cintura. Se você tem menos de 35 anos, já cresceu com a mente contaminada pelo antipochetismo, mas se tem mais, provavelmente está no grupo que sofreu a lavagem cerebral do MFP na época. Busque no fundo de sua memória, no umbral do inconsciente, e poderá se lembrar que um dia, num passado translúcido, você viveu momentos felizes, caminhando com as mãos nos bolsos e transportando seus objetos pessoais na cintura.</p>
<p>E assim, amigos, O MFP pôs fim a uma das melhores invenções que a humanidade já criou para o homem. Fomos obrigados a voltar a espremer as coisas em nossos bolsos. Agravando a situação, incorporamos telefone celular, pendrive, palmtop, ipod e câmera digital, aparelhos que, nos idos 70, pertenciam ao campo da ficção científica.</p>
<p>Seria o caso de começar um movimento pela volta das pochetes? Acho que não &#8211; seria uma batalha perdida, graças à nossa fragilidade frente às mulheres &#8211; elas podem ficar muito mais tempo sem sexo do que nós (em média, um homem adulto consegue conservar a sua lucidez por até 42 dias sem transar; mulheres não possuem lucidez, podendo ficar sem sexo indefinidamente).</p>
<p>Mas ainda temos uma última esperança. Do jeito que a coisa vai, muito em breve homens heterossexuais serão extremamente raros em nosso planeta. Neste dia, um homem portando uma pochete será identificado imediatamente como heterossexual genuíno e será disputado por mulheres desesperadas, que lhe oferecerão sexo em abundância em troca de furos na parede, trocas de pneus e assassinatos de baratas.</p>
<p><em>* Clássica piada ginasial: &#8220;O diminutivo de mala é maleta. Então, qual é o diminutivo de bolsa? E de punho?&#8221;</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-518" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/divisoria_01.png" alt="divisoria_01" width="491" height="2" /></p>
<p style="text-align: center; "><img class="alignnone" src="http://www.dultra.com.br/pix.gif" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p style="text-align: center; "><strong><span style="font-size: medium;">Apêndice:<br />
<span style="font-size: large;">Pega no meu post e paga um pau!</span><br />
</span><span style="font-weight: normal;"><em>Comentários comentados</em></span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="font-weight: normal;"><em><strong>ARTIGO: <a href="http://homem.org/como-ser-homem-a-escolha-do-mictorio-publico-adequado">Como ser Homem &#8211; A escolha do mictório público adequado.</a></strong></em></span></strong></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Pedro Nunes disse: </strong><em>A recomendação de nunca falar com estranhos é a mais importante. Já fui abordado mijando e é profundamente desagradável.</em><br />
<span style="color: #000080;"><strong>Salomão Valadão responde:</strong> Isto nunca me aconteceu. Eu fico imaginando como é que alguém puxa assunto nesta situação. &#8220;O tempo tá mudando, hein!&#8221;; &#8220;Mijar é bom pra caralho, né?&#8221;; &#8220;Puxa, o seu fluxo está MA-RA-VI-LHO-SO&#8221;</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Wil disse: </strong><em>Vale a pena frisar que existe pelo menos uma mulher no mundo (e por motivos pessoais prefiro me abster de dizer quem é) que acredita que os homens deveriam abaixar a calça para mijar!!!</em><br />
<strong>LuAn disse @Wil: </strong><em>Caraca velho… quem seria essa louca que diz uma sandice dessas?? ó_o</em><br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Como disse o Jaime Alves em seu artigo &#8220;A Sinceridade&#8221;, &#8220;</span><em><span style="color: #000080;">mulher, por default, fala muita bobabem</span></em><span style="color: #000080;">&#8220;. Vamos ilustrar a situação para termos idéia do tamanho do absurdo:</span><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-530" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/arriadas_00101p.png" alt="arriadas_00101p" width="441" height="242" /><span style="color: #000080;">O que seria isso? Doutor Manhattan replicando a si mesmo para mijar mais rápido? Cerimônia alternativa de entrega do Oscar? Faz o seguinte: imprime e manda pra ela por SEDEX.</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>LuAn disse: </strong><em>Por via das dúvidas sempre adoto a postura “cego, surdo e invisível” além de associar com a estratégia da bexiga Schumacher.</em><br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Isto demonstra que as diretrizes básicas fazem parte do instinto heterossexual masculino. É um conhecimento inato.</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>HomemPedra disse:</strong> <em>Invisível? NUNCA! Alguém pode te encoxar!</em><br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Esclarecendo, antes que as pessoas façam bobagem: não é para ficar invisível de verdade.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><strong>ARTIGO: <a href="http://homem.org/como-ser-homem-o-uso-da-palavra-maravilhoso">Como ser Homem &#8211; O uso da palavra “maravilhoso” por homens heterossexuais.</a></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Yuri disse:</strong> <em>Este texto ficou maravilhoso.</em><br />
<strong>Pedro Nunes disse:</strong> <em>E digo mais: MA-RA-VI-LHO-SO!</em><br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Jaime, é melhor rever o quadro de colunistas deste site.</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Satanás disse:</strong> <em>Eu troco pela palavra espetacular… é bem mais machona!</em><br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Este é um bom tema para o futuro: quais as palavras que podem substituir aquelas que devem ser evitadas? &#8220;Espetacular&#8221; é uma boa pedida (imagine um programa de TV chamado &#8220;Esporte Maravilhoso&#8221;&#8230;).</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Angela disse:</strong> <em>Eu concordo. E agora ficou mais perigoso ainda com a história do MARA…</em><br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Sim, abreviar a palavra reveladora, ao contrário de amenizá-la, amplifica o seu poder, tornando-a superlativa. Sobre isso, está programado para o futuro um artigo sobre a GCGM (não me perguntem ainda do que se trata), que revela a origem deste tipo de coisa e muitas outras.</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Mulher disse:</strong><br />
<em>Valadão,<br />
Texto legal, mas com todo respeito, acho que deveria ter menos exceções.<br />
&#8220;O passe do Edmundo pro Rogério foi maravilhoso!&#8221; pega muito mal…<br />
O que costumo ouvir dos &#8220;machos&#8221; por aí é:<br />
&#8220;Caraaaaalho, o passe do Edmundo pro Rogério foi fooooda!!!!&#8221;<br />
Ah, e quanto ao creme de aspargos…<br />
A frase clássica: &#8220;Dona Felisberta, este creme de aspargos está ótimo! Lembra o da minha mãe!&#8221;<br />
No geral, sugiro substituir maravilhoso por ótimo ou excelente (sem puxar o &#8220;leeeente&#8221;). Que a exceção seja apenas para os peitos da Fernanda e a Fender. </em><br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Mulher, à primeira vista você parece ter razão, mas, como de costume, vocês mulheres não tem. Há alguns detalhes que lhe escaparam. Quando um homem diz </span><em><span style="color: #000080;">&#8220;Caraaaaalho, o passe do Edmundo pro Rogério foi fooooda!!!!&#8221;</span></em><span style="color: #000080;">, geralmente está vendo o jogo (no estádio ou na TV), é uma reação espontânea de alguém levado pela emoção do momento.  Mas é preciso colocar a frase original no contexto correto: quando comentamos os jogos no boteco, tomando uma cerveja, não temos essa emoção toda. Pelo texto é difícil imaginar a entonação. Impondo a voz de forma masculina e agressiva, em volume superior às outras pessoas falando, é perfeitamente aceitável a frase </span><em><span style="color: #000080;">&#8220;O passe do Edmundo pro Rogério foi maravilhoso!&#8221;</span></em><span style="color: #000080;">. Pega mal não.<br />
Quanto à frase </span><em><span style="color: #000080;">&#8220;Dona Felisberta, este creme de aspargos está ótimo! Lembra o da minha mãe!&#8221;</span></em><span style="color: #000080;">, acho que há um sério equívoco. &#8220;Ótimo&#8221; não tem o apelo da palavra esquisita. Se você disser </span><em><span style="color: #000080;">&#8220;Este creme de aspargos está ótimo!&#8221;</span></em><span style="color: #000080;">, vai conseguir, no máximo, uma mãe de gostosa satisfeita com o seu comentário. Mas se utilizar a frase como citada no texto original, terá dela o aval &#8211; quase um apelo &#8211; para comer a sua filha. Mas não é aí que está o equívoco e sim na frase seguinte: se você disser que o creme dela lembra o da sua mãe, esquece&#8230; Evite compará-la à sua mãe. O máximo que você pode fazer é comparar a sua mãe a ela: </span><em><span style="color: #000080;">&#8220;Toda vez que minha mãe fizer creme de aspargos novamente, eu vou lembrar do da senhora e ficar com saudades&#8221;.</span></em><span style="color: #000080;"><br />
Quanto à Fender e aos peitos da Fernanda, concordamos. Aliás, você conhece a Fernanda?</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #000000;">ARTIGO: <a href="http://homem.org/mfp-o-movimento-feminino-perverso">MFP &#8211; O Movimento Feminino Perverso</a></span><br />
</strong></span><br />
<strong>LuAn disse: </strong>Então amigos do “H.O.M.E.M.org” Uní-vos contra o MFP, e quem sabe num futuro próximo consigamos instruir e salvar nossa classe de uma vez por todas desse perverso movimento.<br />
<strong><span style="color: #000080;">Salomão Valadão responde:</span></strong><span style="color: #000080;"> Tornar-se ileso ao MFP só é possível através de um trabalho individual. É preciso autoconhecimento e conscientização, se livrar de idéias pré-concebidas e &#8220;consensuais&#8221; ligadas ao politicamente correto. Faz-se necessário um trabalho de interiorização para perceber a si mesmo e ter o insight de o quanto o MFP está limitando as suas ações. Quando isso acontece, é libertador; é como o final do primeiro filme da trilogia Matrix: você detem as balas no ar e pode voar!</span></span></p>
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		<title>Dissensão: II &#8211; Da Paz às Primeiras Rusgas</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 14:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maxmillian Roberts</dc:creator>
				<category><![CDATA[Explicando melhor]]></category>
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		<description><![CDATA[Aí, seja por alguma armadilha do destino, por uma ou algumas  belas trepadas, por falta do que fazer, ou seja pela solidão, o homem e a mulher continuam se vendo e começam a formar aquilo que chamaremos de &#8220;relação&#8221;. Desse momento em diante, toda aquela sutileza de pensamento masculino e a lógica já foram para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/dissensao2b.jpg" alt="dissensao2b" title="dissensao2b" width="590" height="299" class="aligncenter size-full wp-image-525" /></p>
<div class="Ih2E3d">Aí, seja por alguma armadilha do destino, por uma ou algumas  belas trepadas, por falta do que fazer, ou seja pela solidão, o homem e a mulher continuam se vendo e começam a formar aquilo que chamaremos de &#8220;relação&#8221;.</p>
<p>Desse momento em diante, toda aquela sutileza de pensamento masculino e a lógica já foram para o vinagre. O plano estava indo bem, até que ele pegou na mão dela, e se apaixonou.</p>
<p>Nota: O verbo &#8220;apaixonar&#8221;, no caso é utilizado no mais amplo espectro possível, pois a paixão e o amor estão, desde a fundação até os dias de hoje, em debate entre os membros da Honrada, sem que nenhuma conclusão tenha sido oficializada por esta organização. Portanto, vai desde o &#8220;tá quentinho&#8221; ao &#8220;vou me matar por ela&#8221;.</p>
<p>Em contrapartida, a mulher, geralmente a partir desse momento, traça seus planos para satisfazer seu ambicioso projeto: transformar aquele homem no seu ideal.</p>
<p>Nota: O termo ambição é utilizado de maneira propositada, eis que é entendimento do autor que todas as mulheres têm o objetivo de se ajuntarem com seu &#8220;parceiro ideal&#8221;, mesmo que para isso, tenham que transformar ou modelar o espécime que está ao alcance das mãos.</p>
<p>A partir dessa inversão de papéis, na troca de lógica por emoção deturpada e emoção por lógica deturpada, respectivamente, é que ocorre, dependendo dos casos analisados, um período de paz.</p>
<p>Essa paz é proporcionada pela lógica deturpada dela e pelo abobamento dele, que tendem a estender o prazer dos primeiros contatos e as concessões de ambas as partes em prol da relação.</p>
<p>Depois de algum tempo, que varia de caso a caso, (mínimo 3 horas, máximo 6 meses) começam, de maneira sutil, porém perseverante e impiedosa, as cobranças e pedidos em prol da &#8220;mudança&#8221;, da &#8220;transformação&#8221;, do &#8220;aprimoramento&#8221;, que no caso, são sinônimos da tão conhecida &#8220;ADEQUAÇÃO&#8221;.</p></div>
<p>Nesse ponto a dissensão se amplia, pois há todo um enredo para a adequação, que passa por mudanças mínimas desde o deixar de fazer coisas legais (parar de jogar com os amigos nas noites de quinta), até o ponto em que, para manter a relação é preciso fazer coisas que antes eram consideradas penosas (lavar a louça, ou sair com aqueles amigos super legais da faculdade dela ou fazer compras com ela).</p>
<div class="Ih2E3d">
<p>Vejam bem: esse é um ponto no qual muitas das tentativas de mudança empacam, pois o abobamento inicial pode ser afastado de pronto pelo espécime em processo de adequação, e por conseqüência, a lógica ser restaurada, o que leva a destruição da relação.</p></div>
<p>Mas, estudos demonstram que são poucos os que conseguem se libertar do pano (véu) nessa hora, e que conseguem ver sua real situação. Os demais coitados, conseguem apenas vislumbrar a passagem e pensam que se mantém no controle da situação (ha-ha-ha!), e tentam retomar o controle, para  modificar o processo de transição, o que dá ensejo às primeiras rusgas.</p>
<p>- continua -</p>
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		<title>Falta de pegada?</title>
		<link>http://homem.org/falta-de-pegada</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 21:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo S</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Democracia demora e dá trabalho, melhor deixar que eu decido”; esse é o lema da minha vida. Depois do post da semana passada, em que um leitor conclamava os machos a se unirem em torno de uma causa, essa semana resolvi dar voz a uma leitora, que nos traz uma contribuição internacional. Antes de ler [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/sexo-animal.jpg" alt="Sexo animal é comigo mesmo, gata!" title="Sexo animal é comigo mesmo, gata!" width="590" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-504" /><br />
“Democracia demora e dá trabalho, melhor deixar que eu decido”; esse é o lema da minha vida.</p>
<p>Depois do post da semana passada, em que um leitor conclamava os machos a se unirem em torno de uma causa, essa semana resolvi dar voz a uma leitora, que nos traz uma contribuição internacional.</p>
<p>Antes de ler o seu relato, vale destacar que eu conheço a personagem. Ela é uma mulher realmente bonita e interessante. Ou seja, não é o desabafo de uma baranga!</p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Ainda que queiramos nos enganar, não adianta, o sexo oposto é sempre o principal assunto que passa pelas nossas cabeças e que, conseqüentemente, está sempre presente em qualquer conversa entre amigos. Aqui em Barcelona, desde quando cheguei, esse tema tem estado mais presente do que nunca. Creio que isso se deve ao fato do sexo oposto aqui ser muito particular (tão particular que quase não tive acesso).</em></p>
<p><em>Inicialmente, antes de vir, pensei que a Espanha tinha um dos tipos de homens mais calientes do mundo, talvez pelo famoso cinema que nos fez acreditar nisso. Quando cheguei vim bastante feliz e animada com essa premissa e andava na rua com os olhos abertos e atentos para ver e não perder de vista os morenos-com-barba-por-fazer-e-cara-de-homem quando passassem. A verdade é que o tempo foi passando e eles ainda não cruzaram meu caminho na quantidade que eu esperava.</em></p>
<p><em>Pois é verdade, ter expectativas não é algo que deveríamos cultivar nos nossos seres. Conheci um par deles (não exatamente dos quais me referi anteriormente, mas que têm em comum o fato de serem daqui&#8230;), com os quais tive mais intimidade e posso falar algo com conhecimento de causa. Pareceu-me um pouco esquisito o grande gosto pela moda, cosmética e gastronomia e o quase-nulo conhecimento de mulheres. Ou seja, para temas de onde tem um bom lugar pra comer, como cuidar da pele e cabelo, sair com amigos etc eram muito bons; mas para olhar fixamente nos olhos, dizer que te quer, segurar sua mão com vontade, dizer o tesão que sente ou até entregar-se na cama, é algo que realmente ainda não vi. </em></p>
<p><em>Sim, pode ser pura má sorte, mas acho que tem algo no homem daqui (e digo mais do europeu de uma forma geral do que do espanhol em si) de uma falta de tato com o tema mulher-sexo. Agora, uma pergunta que fica no ar e que me dá um medo de arrepiar a espinha: isso é sinal de uma cultura conservadora que não os treinou para sentir e aplicar o tesão; ou os homens estão mudando de lado, como diríamos no vocabulário chulo?</em></p>
<p>&#8212;</p>
<p>Depois dessa, acho que vou complementar meu lema: “Já que sou eu que decido, chega mais minha, minha nega!”.</p>
<p>Afinal, se as mulheres de lá estão passando por esse problema (falta de pegada), eu sou candidato a recebê-las aqui no Brasil ou ir visitá-las por lá! Vocês não?</p>
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		<title>Dando as cartas sem piedade</title>
		<link>http://homem.org/dando-as-cartas-sem-piedade</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 18:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Observador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção Verdadeira]]></category>
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		<category><![CDATA[conquista]]></category>
		<category><![CDATA[ex-nada]]></category>
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		<description><![CDATA[Como se conheceram? Dizia ela que já o conhecia. Afirmava que já o vinha cobiçando há muito tempo, desde os tempos de baladas da faculdade. A fama dele era irretocável, as garotas da faculdade faziam de tudo para ter alguma coisa com ele, o que não era nada fácil. Ele gostava de um bom papo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-492" title="Grigoriy Yefimovich Rasputin, um cara impiedoso" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/rasputin.jpg" alt="Grigoriy Yefimovich Rasputin, um cara impiedoso" width="590" height="300" /><br />
Como se conheceram? Dizia ela que já o conhecia. Afirmava que já o vinha cobiçando há muito tempo, desde os tempos de baladas da faculdade. A fama dele era irretocável, as garotas da faculdade faziam de tudo para ter alguma coisa com ele, o que não era nada fácil. Ele gostava de um bom papo, tinha bom gosto, era seletivo e transava com quem queria. Tudo dependia exclusivamente dele “querer” e não delas. Isso vinha desde o tempo de escola, era na verdade da raça “Observador”. Conhecia as mulheres como ninguém e sabia a hora certa de abordar uma mulher.<br />
Mas quem passou a observá-lo foi ela. Loira de olhos claros e estonteante. Elegante, sabia como se produzir, desde o sapato até a lingerie. Falava bem e era muito convincente nas suas opiniões. Gostava de passar pelos corredores da faculdade jogando charme para os meninos. Parava o trânsito literalmente. As meninas a achavam vulgar, esnobe e com pinta de vagabunda, coisas de dor de cotovelo de mulher. Ela podia.<br />
Até um dia em que a “Sra. Encruzilhada” os colocou estudando lado a lado. Não sei ao certo quem decidiu falar com quem. No primeiro contato ele demonstrou toda a sua experiência na arte da sedução. Ela por sua vez esbanjou sensualidade.<br />
Em pouco tempo os dois eram um só. Eventos, festas, baladas, viagens &#8230; tudo era feito em conjunto, era um casal invejável. Na cama então &#8230; faziam de tudo: transavam, trepavam, faziam amor &#8230; ele comia ela e ela comia ele – isso para não discriminar nenhum dos nossos leitores, afinal de contas uns transam, outros trepam, alguns fazem amor ou comem &#8230; enfim papos para horas. Era fogo no palheiro e não precisava muito, teve uma vez numa festa junina, num sitio de um conhecido, lá pelas tantas da madrugada, em meio à neblina que se formou, ele fez questão de transar com ela no meio da quadra de tênis.<br />
Parecia que ela o havia laçado de vez, o cara mais cobiçado da faculdade. Quando passavam pelos corredores ela era fuzilada pelas concorrentes. Ele, por sua vez, deixou de exercer o seu direito de novas conquistas e tudo demonstrava que seria definitivo. Era incomum ver um macho de tão nobre estirpe, ser dominado tão facilmente. Frente às amigas ela se vangloriava de tê-lo conquistado. O que ele achava? Para ele estava tudo bem, estava curtindo e saboreando todos os momentos. Os amigos que o tinham como parâmetro – como eu – não entendiam muito bem a situação, mas respeitavam a sua decisão.<br />
Porém, o retorno de sua ex-namorada dos EUA, ia colocar as coisas em seus devidos lugares. Na verdade ele estava pouco ligando pelo retorno dela. Mas a Sra. Exuberante fez da situação um verdadeiro “tsunami” e ele passou a viver o inferno na terra.<br />
As mesmas perguntas passaram a ser feitas todos os dias, depois de manhã e noite, em seguida de manhã, de tarde e de noite, e até quando estavam transando. A criatividade dela em elaborar novas questões em cima das mesmas questões era digna de alta insanidade:</p>
<blockquote><p>
“Como você soube que ela voltou?<br />
Quem te contou quando ela voltou?<br />
Ela te ligou?<br />
Ela foi te ver?<br />
Ela te procurou?<br />
Você a procurou?<br />
Você falou com ela?<br />
Você ligou para ela?<br />
Você esteve com ela?<br />
Você pensou em vê-la?<br />
Vocês estiveram juntos?<br />
Você não esteve com ela?<br />
Você pensou em ligar para ela?<br />
Você pensou em procurar por ela?<br />
E ela, será que ela vai te procurar? Te ligar? Te ver? Será que ela quer transar com você?”</p></blockquote>
<p>E mesmo recebendo negativas ela sentenciou como “<em>Sra. da Situação</em>”: “Olha aqui, você vai ter que escolher entre eu e ela!? E quando você decidir você me procura.” Realmente ela teve um surto. Alguns acham que ela enlouqueceu. Mas não adiantava falar com ela, não adiantava argumentar com ela, não adiantava sugerir ou aconselhar, não adiantava nada. Ela estava irredutível na sua decisão.<br />
Na verdade ela não imaginava o que estava fazendo e com quem estava lidando. Para quem assistia a tudo, do lado de fora, percebeu que ela estava “cutucando a onça com palito de sorvete”. Ele, por sua vez, estava impassível, era avesso a novela mexicana e diante da situação apenas disse: “É isso que você quer? Então ok, eu vou decidir”.<br />
O tempo passou. Ele evitava tocar no assunto, não saia com os amigos e decidiu apenas “observar”. Ela por sua vez dizia que sabia qual seria a decisão dele, falava abertamente que ele ia escolher ficar com ela. Ele continuava a “observar”, na espreita, nas sombras &#8230; Ele e seus pensamentos. Ela certa da resposta.<br />
O tempo passou.<br />
Alguma coisa estava para acontecer, tudo por causa de conversinhas que davam conta que ele havia tomado uma decisão. Definitiva é claro, como todas as que ele tomava. Criou-se uma expectativa em torno dessa situação que há tempos não se via. Quem lançou? Ninguém sabia dizer com precisão. Se o intuito era alcançar a Sra. Toda Poderosa, deu certo. E quem o conhecia sabia que ele não dava ponto sem nó.<br />
O tempo parou.<br />
Como de costume lá estava ele, na lanchonete da faculdade, fazendo um lanche. Parecia ter sido combinado. Por uma das portas ela entrou e propositalmente se colocou num balcão de frente para ele. Alguns tiveram o prazer de assistir. Ele não mexeu um dedo, somente levantou os olhos por cima dos óculos escuros. Os olhares se cruzaram. Ele simplesmente voltou a saborear seu lanche. Insatisfeita e com ar de ansiedade ela pegou suas coisas do balcão e a passos rápidos se colocou ao lado dele.<br />
Com ar de soberba começou a falar: “Oi tudo bem?”. Ela já imaginava desfrutar dos beijos dele, de sua companhia, das transas loucas e calorosas&#8230; O coração dela parecia que ia sair pela boca, parecia que ia explodir e a mão transpirava mais que o de costume. Enquanto ele se mantinha imóvel ela continuou a falar: “Me disseram que você tomou uma decisão sobre nós&#8230; é verdade?” A última palavra quase não saiu.<br />
“É verdade, tomei sim”. Uma onda de calor tomou o corpo dela enquanto ele se virava para olhá-la bem nos olhos.<br />
O tempo continuava estático.<br />
“Eu não vou ficar nem com você, nem com ela”. Sua voz grave ecoou. Ele não gritou e não falou alto. Seus olhos pareciam em chamas e as palavras pareceram sair entre ranger de dentes. Foi um verdadeiro soco no estomago. Ela não tinha como reagir e não reagiu. Ele não se despediu, pegou suas coisas e saiu da lanchonete. Do lado de fora uma morena sensacional o aguardava, beijou-a na boca, voltou-se para trás, olhou-a novamente por cima dos óculos e acenou se despedindo.<br />
O tempo voltou a correr.<br />
*********************<br />
Não basta só “observar”, além de “observar” é preciso sangue frio e saber agir.<br />
Nunca tenha piedade.</p>
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		<title>Manifesto de um leitor</title>
		<link>http://homem.org/manifesto-de-um-leitor</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 11:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo S</dc:creator>
				<category><![CDATA[É bom ser homem]]></category>
		<category><![CDATA[heterossexualidade básica]]></category>
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		<category><![CDATA[Barriga]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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		<description><![CDATA[Pouco antes de postar o meu texto semanal, recebi o e-mail abaixo de um leitor do site. Bem, resolvi me solidarizar com o tema e divulgar a manifestação que me parece justa e adequada ao site da Honrada Organização Mundial dos Especialistas em Mulheres (H.O.M.E.M). Amigos, barrigudos ou não, vamos para o bar, celebrar! == [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco antes de postar o meu texto semanal, recebi o e-mail abaixo de um leitor do site.<br />
Bem, resolvi me solidarizar com o tema e divulgar a manifestação que me parece justa e adequada ao site da Honrada Organização Mundial dos Especialistas em Mulheres (H.O.M.E.M).<br />
Amigos, barrigudos ou não, vamos para o bar, celebrar!</p>
<p>==</p>
<p>Dia Internacional da barriga!</p>
<p>Você, homem, que está cansado de lutar contra a balança, que se olha no espelho e vê aquela barriguinha e inveja o vizinho que gosta de andar mostrando o abdômen bem definido etc, não fique triste. Lembre-se que o malhador ficou na academia por horas, lembre-se de quantas cervas ele evitou, guloseimas nem pensar, e tudo isto pra que? Pra ficar na frente do espelho se achando bonitão?</p>
<p>Chega de frescura!</p>
<p>O mundo inteiro sabe que mulher quer homem inteligente, carinhoso e principalmente rico. Por isso está sendo lançado o dia 15 de janeiro como o Dia Internacional da barriga.</p>
<p>Chega de ter a consciência pesada após beber aquela cervejinha, comer aqueles petiscos. Vamos lotar os bares e restaurantes, vamos derrubar todas as cervas e caipirinhas, comer aquela feijoada, macaxeira com charque, coxinhas e torresminhos. Vamos detonar aquela picanha gorda.<br />
Salada o caralho!</p>
<p>Nosso Lema: &#8220;Mais vale um barrigudinho bom de cama, do que um gostosão fracassado&#8221;.<br />
Nosso ídolo: &#8220;Homer Simpson&#8221;.<br />
Nosso Dia: 15 de janeiro, Dia Internacional da barriga!</p>
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		<title>Dissensão:  I &#8211; Premissa</title>
		<link>http://homem.org/dissensao-i-premissa</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 16:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maxmillian Roberts</dc:creator>
				<category><![CDATA[Explicando melhor]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimos Posts]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças entre homens e mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[teorias]]></category>

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		<description><![CDATA[A forma de encarar a vida para homens e mulheres difere muito. A principal diferença é o filtro utilizado por estes dois gêneros. Normalmente, o homem tem ao seu lado a simplicidade e a objetividade, enquanto, a mulher conta com as emoções e a subjetividade inerentes à sua espécie. Portanto, quando um casal se encontra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/dissensao-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-463" title="dissensao-01" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/dissensao-01.jpg" alt="dissensao-01" width="590" height="300" /></a><br />
A forma de encarar a vida para homens e mulheres difere muito. A principal diferença é o filtro utilizado por estes dois gêneros.<br />
Normalmente, o homem tem ao seu lado a simplicidade e a objetividade, enquanto, a mulher conta com as emoções e a subjetividade inerentes à sua espécie. Portanto, quando um casal se encontra, uma reação padrão se inicia:</p>
<li>Para o homem: &#8220;Oba! me dei bem! É essa! Concentração no objetivo! Preparar rota de fuga com possibilidade de replay!&#8221; &#8211; um modelo de raciocínio lógico e procedimental.</li>
<li>Para a mulher: &#8220;Hum! Taí um belo espécime&#8221;. Nesse comentário, estão incluídas várias avaliações subjetivas dos aspectos do sujeito, coletados durante &#8220;entrevista&#8221;. E, tudo o que ele disse nesse primeiro contato é registrado, catalogado e armazenado para uso futuro.</li>
<p>E é nesse momento que nasce a dissensão.</p>
<p>A realidade é que, o homem, não partiu para esse encontro com a pergunta &#8220;Quem é esta mulher?&#8221; e sim com a pergunta &#8220;Como vou levar esta mulher para a cama?&#8221;</p>
<p>Pode parecer chauvinista, mas, com a mulher não é diferente, pois ela também não partiu da pergunta: &#8220;Quem é este homem?&#8221; e sim da pergunta &#8220;Como posso fazer com que este homem seja o homem dos meus sonhos&#8221;</p>
<p>- Continua -</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como ser Homem &#8211; A escolha do mictório público adequado.</title>
		<link>http://homem.org/como-ser-homem-a-escolha-do-mictorio-publico-adequado</link>
		<comments>http://homem.org/como-ser-homem-a-escolha-do-mictorio-publico-adequado#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salomão Valadão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[heterossexualidade básica]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimos Posts]]></category>
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		<category><![CDATA[em pé]]></category>
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		<description><![CDATA[Deus deu à mulher o dom de gerar uma nova vida dentro de si; para compensar, deu ao homem a capacidade de mijar em pé. Este presente dos céus merece um artigo dedicado, que será publicado oportunamente. Mas, apesar de ser a terceira coisa mais legal que dá pra fazer com o pinto, mijar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deus deu à mulher o dom de gerar uma nova vida dentro de si; para compensar, deu ao homem a capacidade de mijar em pé. Este presente dos céus merece um artigo dedicado, que será publicado oportunamente. Mas, apesar de ser a terceira coisa mais legal que dá pra fazer com o pinto, mijar em pé cria situações que um leigo pode achar confusas e não saber imediatamente que decisão tomar. Estou me referindo à escolha do mictório mais adequado para mijar em banheiros públicos.</p>
<p>Os banheiros públicos masculinos, por economia de espaço ou dinheiro, nem sempre levam em consideração o desconforto de mijar ao lado de outro sujeito. O ideal seria que entre cada mictório houvesse um espaço de aproximadamente 2 metros e uma divisória alta e com profundidade suficiente para impedir a visão do vizinho, o que raramente ocorre. Melhor ainda se a divisória fosse alta o bastante para cobrir a cara do cara. Poucas coisas são mais desconfortáveis do que mijar, com o perdão do trocadilho, apertado, com olhos masculinos alheios olhando o seu pau. Como o mundo não é perfeito, a maior parte dos banheiros masculinos não possui divisórias e têm mictórios próximos uns aos outros, o que nos obriga a ter cautela no momento do mijão. O assunto é extenso e provavelmente você já pensou nisso &#8211; se tiver algo a acrescentar, seria desejável que você dividisse a sua experiência nos comentários ao final deste artigo. Se você for mulher, não tem a menor idéia do que estamos tratando aqui.</p>
<p>Existem muitas configurações possíveis de disposição de mictórios e pessoas mijando num banheiro público. Vamos usar aqui exemplos com 5 e 6 mictórios. Você deve estudar cada situação e entender o espírito da coisa para adaptar os seus conhecimentos para banheiros menores ou maiores.</p>
<p>Antes de estudar casos, vamos estabelecer algumas convenções para descrever o ambiente de estudo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-379" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/mictorios_00.png" alt="mictorios_00" width="499" height="242" /></p>
<p>Na figura acima vemos 6 mictórios e a porta do banheiro. Vamos sempre numerar os mictórios da esquerda para a direita. No exemplo, o primeiro, o terceiro, o quarto e o quinto mictórios (M1, M3, M4 e M5) estão vagos; o segundo e o sexto (M2 e M6) estão ocupados. Para efeito de estudo, codificamos esta configuração como 010001p, onde &#8220;O&#8221; é um mictório vazio, &#8220;1&#8243; é um mictório ocupado e &#8220;p&#8221; é a porta.</p>
<h3>Configuração 1 (00000p):</h3>
<div style="padding: 1em 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-380" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/mictorios_01.png" alt="mictorios_01" width="499" height="242" />00000p</div>
<p>Que sorte, ninguém mijando! Você pode escolher qualquer um? Ops, não é bem assim! É preciso aprender as diretrizes básicas para a escolha correta do mictório mais adequado em um banheiro público.</p>
<p>As diretrizes são 5, aqui listadas por prioridade:</p>
<p>1) Escolha um mictório onde não haja outra(s) pessoa(s) mijando no(s) mictório(s) contíguo(s) ao seu.<br />
2) Escolha um mictório que não ofereça possibilidade de alguém mijar de um dos lados do seu (isto é, os da ponta).<br />
3) Escolha um mictório onde, caso alguém mais entre para mijar, este tenha opções mais prováveis do que o(s) mictório(s) contíguo(s) ao seu.<br />
4) Escolha um mictório que fique o mais longe possível de outra pessoa mijando.<br />
5) Escolha um mictório longe da porta.</p>
<p>Sendo assim, a escolha mais adequada nesta configuração é o mictório de número 1, que se encaixa nas diretrizes 1, 2, 3 e 5 e onde a 4 não se aplica.</p>
<h3>Configuração 2 (10000p):</h3>
<div style="padding: 1em 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-382" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/mictorios_02.png" alt="mictorios_02" width="499" height="242" />10000p</div>
<p>Pela diretriz número 1, optaríamos pelo M3, M4 ou M5;<br />
Pela diretriz número 2, optaríamos pelo M5;<br />
Pela diretriz número 3, optaríamos pelo M5, visto que existiria a boa opção M3 para mais alguém que entre para mijar;<br />
Pela diretriz número 4, optaríamos pelo M5;</p>
<p>O mictório correto para se mijar nesta configuração é o M5 pois, apesar da diretriz 5 estabelecer que se deve optar por mictórios longe da porta, ela é superada em prioridade pelas vantagens das diretrizes anteriores.</p>
<h3>Configuração 3 (10001p):</h3>
<div style="padding: 1em 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/mictorios_03.png" alt="" width="499" height="242" />10001p</div>
<p>Esta configuração não deixa dúvidas: M3 na cabeça. Na mesma categoria se encontram as configurações 10100p e 00101p (não abordadas neste artigo), que têm escolhas óbvias.</p>
<h3>Configuração 4 (01001p):</h3>
<div style="padding: 1em 0pt; text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/mictorios_04.png" alt="" width="499" height="242" /><br />
01001p</div>
<p>Armadilha para leigos, esta configuração requer uma estratégia diferente. Será preciso aplicar a &#8220;Manobra Evasiva Temporária&#8221;: Finja que engasgou, que está com tosse, que vai arrumar o cabelo, que vai tirar um pedaço de comida do vão dos dentes do fundo e vá para a pia. Dê um tempo ali até que um dos caras se mande e só aí escolha normalmente o mictório adequado.</p>
<p>Há uma exceção para este caso: se você estiver apertado a ponto de molhar as calças, vá mijar adotando a postura de &#8220;Cego e Invisível&#8221;. Escolha o M1. Finja naturalidade, olhe fixamente para a parede, seja surdo, cego e mudo. Concentre-se no que está fazendo e esforce-se, pressionando a bexiga para mijar o mais rápido possível e cair fora dali.</p>
<h3>Configuração 5 (00p100):</h3>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-377" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/mictorios_05.png" alt="mictorios_05" width="499" height="242" />00p100</p>
<p style="text-align: left;">Para que você possa fazer a escolha certa, esta configuração ímpar exige muita atenção a detalhes. À primeira vista, a melhor opção pode parecer o M1. Não há ninguém no mictório ao lado, ele é na ponta e é o mais longe do sujeito em M3. Porém há um pequeno detalhe que define o mictório correto neste caso: verifique a posição da maçaneta da porta. Portas de banheiro geralmente abrem para dentro. Pela posição da maçaneta, a porta vai encobrir temporariamente a visão de M3, M4 e M5 de alguém que entre. A pessoa, a princípio, enxergará apenas M1 e M2 e deve tomar a decisão antes de perceber os outros mictórios. Se você estiver em M1, existe uma chance muito grande de um novo mijador ocupar M2. Neste caso, a diretriz 3 faz com que M5 seja a melhor opção.</p>
<h3>Configuração 6 (000011p):</h3>
<div style="padding: 1em 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-378" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/mictorios_07.png" alt="mictorios_07" width="499" height="242" />000011p</div>
<p>Hmmmm&#8230; configuração esquisita&#8230; Por via das dúvidas, Manobra Evasiva Temporária. Se estiver pra mijar nas calças, M1 com a postura &#8220;Cego e Invisível&#8221;.</p>
<h3>Considerações finais.</h3>
<p>Como foi dito anteriormente, o assunto é extenso e deve ser estudado com profundidade para que, em situações novas e inesperadas, possamos agir sem erros. A escolha do mictório adequado em banheiros públicos não resolve todos os problemas. Seguem alguns exemplos e dicas para relembrar sempre:</p>
<ul>
<li>Caso novos mijões entrem e outros saiam enquanto você mija, existe a chance da configuração mudar dramaticamente, colocando-o numa posição desconfortável ou até mesmo constrangedora. Nestes casos, a postura &#8220;Cego e Invisível&#8221; deve ser usada quase sempre.</li>
<li><strong>Nunca fale com estranhos!</strong></li>
<li>Escolher uma cabine com privada quando há mictórios razoáveis disponíveis, pode ser interpretado como vergonha do próprio pau.</li>
<li>Nunca fique tempo demais no mictório &#8211; se preciso for, volte mais tarde pra mijar mais.</li>
<li>Você pode até conversar com um amigo quando ambos estiverem mijando, desde que estejam sozinhos no banheiro e o mais distante possível um do outro, ocupando mictórios em extremidades opostas. Neste caso não é preciso assumir a postura &#8220;Cego e Invisível&#8221;, mas evitem olhar um para o outro &#8211; olhe para a parede, para o próprio pau, para o teto, etc.</li>
</ul>
<p>Se você tem outras dicas, configurações difíceis ou qualquer outro assunto que deseja compartilhar ou receber orientações, utilize o nosso sistema de comentários. Mas, basicamente, siga as 5 diretrizes, esteja atento aos detalhes, mantenha o espírito preparado para lidar com o imprevisto e usufrua feliz do dom divino de mijar em pé.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Salomão Valadão</em></p>
<p style="text-align: right;"><em><br />
</em></p>
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		<title>Coisas que elas esquecem</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 01:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo S</dc:creator>
				<category><![CDATA[É bom ser homem]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimos Posts]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[Objetos femininos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando R. foi morar sozinho resolveu fazer uma coleção para se ocupar e preencher um pouco do vazio do seu pequeno AP. Para se motivar, escolheu colecionar canecas de Steinhaeger. Gostava de olhar para elas de vez em quando e lembrar de algumas bebedeiras com os amigos. Mas, pouco a pouco, outra coletânea, feita informalmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-446" src="http://homem.org/wp-content/uploads/2009/01/esqueci-300x184.jpg" alt="esqueci-full" width="300" height="184" /></p>
<div></div>
<p><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 11.9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Quando R. foi morar sozinho resolveu fazer uma coleção para se ocupar e preencher um pouco do vazio do seu pequeno AP. Para se motivar, escolheu colecionar canecas de Steinhaeger. Gostava de olhar para elas de vez em quando e lembrar de algumas bebedeiras com os amigos. Mas, pouco a pouco, outra coletânea, feita informalmente, foi se desenvolvendo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 11.9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Ela começou por conta da faxineira que ia ao AP toda semana. Quando a fase era boa, sempre achava algum objeto feminino perdido pela casa. Brincos, cordões, batons, prendedores de cabelo, óculos escuros&#8230; Como ela sabe que R. é bagunceiro e não transformista, os deixava numa caixinha, na gaveta<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>que ele não usava, no armário. Nunca comentou nada e nem fazia brincadeirinhas. Superdiscreta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 11.9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Depois de um tempo, ele finalmente entendeu a lógica dela. Aquele espaço era o mais próximo da nécessaire em que ele guardava as camisinhas. O problema é que ele nunca sabia que objeto pertencia a qual garota. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 11.9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Um dia, conversando comigo sobre isso, ele comentou que até acredita que uma ou outra “esquece de verdade” um objeto. Mas geralmente essas são as que lembram exatamente o que era e querem marcar de ir buscá-lo (golpe clássico).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 11.9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">“O problema é que boa parte delas parece realmente esquecer uma lembrancinha no quarto (ou no corredor, sala, não importa!). E aí, convenhamos, é uma péssima idéia pegar uma caixinha com objetos de mulher e perguntar pra cada uma que me visita se alguma dessas coisas é dela”, explicou, R.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 11.9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Bem, pelo que eu já vi das que esqueceram e esquecem coisas lá em casa posso dizer o seguinte: as mais cara-de-pau escolheriam os melhores objetos pra si. Já teve uma que dormiu lá em casa e até perguntou se eu não tinha o perfume &#8220;de alguém&#8221;, para ela usar, porque tinha esquecido o dela. Outras, quando vêem as coisas que não são delas, ficam putiadas pra dizer o mínimo. Só algumas poucas dizem algo como &#8220;Isso aqui é meu. Aliás, aquela cueca bege lá em casa é sua?&#8221;. Desprendimento e bom humor, como eu gosto disso! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 11.9pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;">Por isso que quando uma me pergunta algo como &#8220;Por acaso eu deixei um blanche na sua casa?&#8221;. Mesmo que tenha deixado, sempre respondo &#8220;Não, deve ter sido na casa de outro&#8221;.</span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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