Dissensão: III – Conseqüências

28. January. 2009 por Maxmillian Roberts  

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Deste ponto em diante, os componentes da relação começam a perceber que seus atos não passaram impunes, notam, primeiro de forma frívola, depois, perturbadora, que a lei da ação e reação ainda vige, e passam colher os frutos de sua inconseqüência.

As brigas e os momentos de melindre começam a superar os momentos legais e a paz fabricada desmorona.

Esse processo é gradual , tortuoso e normalmente leva a uma destruição da relação de uma forma inequívoca e irrevogável.

O convívio passa a ser mais obrigação que prazer. A vida a dois se transforma em resmungos e cópula, pontuados por esparsas explosões de prazeres sinceros

As risadas diminuem e as atenções são voltadas para além dos muros da relação. Normalmente é nessa época que o homem começa a lembrar das antigas conquistas e se perguntar que fim levaram e procura sua antiga agenda de telefones, enquanto a mulher começa a se inquietar pela falta de empenho dele em mudar. (afinal, ele concordou com isso, não é mesmo? em troca dos prazeres proporcionados ele assinou aquele contrato que o transformaria nO Cara!)

Dependendo do caso, os partícipes, imbuídos de inspiração divina, ou mesmo, ouvindo conselhos de outros,  conseguem aperceber-se do novo status quo e conseguem sair praticamente incólumes da “sociedade”.

Porém, quando um, ou ambos os lados, fazem uso apenas das emoções (totalmente deturpadas a esta altura) os danos são mortais para o convívio, e a relação chega ao final do período de validade, e apesar de veementes protestos de ambas as partes, tudo o que acontece daí para frente é apenas prorrogação.

Dissensão: II – Da Paz às Primeiras Rusgas

21. January. 2009 por Maxmillian Roberts  

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Aí, seja por alguma armadilha do destino, por uma ou algumas  belas trepadas, por falta do que fazer, ou seja pela solidão, o homem e a mulher continuam se vendo e começam a formar aquilo que chamaremos de “relação”.

Desse momento em diante, toda aquela sutileza de pensamento masculino e a lógica já foram para o vinagre. O plano estava indo bem, até que ele pegou na mão dela, e se apaixonou.

Nota: O verbo “apaixonar”, no caso é utilizado no mais amplo espectro possível, pois a paixão e o amor estão, desde a fundação até os dias de hoje, em debate entre os membros da Honrada, sem que nenhuma conclusão tenha sido oficializada por esta organização. Portanto, vai desde o “tá quentinho” ao “vou me matar por ela”.

Em contrapartida, a mulher, geralmente a partir desse momento, traça seus planos para satisfazer seu ambicioso projeto: transformar aquele homem no seu ideal.

Nota: O termo ambição é utilizado de maneira propositada, eis que é entendimento do autor que todas as mulheres têm o objetivo de se ajuntarem com seu “parceiro ideal”, mesmo que para isso, tenham que transformar ou modelar o espécime que está ao alcance das mãos.

A partir dessa inversão de papéis, na troca de lógica por emoção deturpada e emoção por lógica deturpada, respectivamente, é que ocorre, dependendo dos casos analisados, um período de paz.

Essa paz é proporcionada pela lógica deturpada dela e pelo abobamento dele, que tendem a estender o prazer dos primeiros contatos e as concessões de ambas as partes em prol da relação.

Depois de algum tempo, que varia de caso a caso, (mínimo 3 horas, máximo 6 meses) começam, de maneira sutil, porém perseverante e impiedosa, as cobranças e pedidos em prol da “mudança”, da “transformação”, do “aprimoramento”, que no caso, são sinônimos da tão conhecida “ADEQUAÇÃO”.

Nesse ponto a dissensão se amplia, pois há todo um enredo para a adequação, que passa por mudanças mínimas desde o deixar de fazer coisas legais (parar de jogar com os amigos nas noites de quinta), até o ponto em que, para manter a relação é preciso fazer coisas que antes eram consideradas penosas (lavar a louça, ou sair com aqueles amigos super legais da faculdade dela ou fazer compras com ela).

Vejam bem: esse é um ponto no qual muitas das tentativas de mudança empacam, pois o abobamento inicial pode ser afastado de pronto pelo espécime em processo de adequação, e por conseqüência, a lógica ser restaurada, o que leva a destruição da relação.

Mas, estudos demonstram que são poucos os que conseguem se libertar do pano (véu) nessa hora, e que conseguem ver sua real situação. Os demais coitados, conseguem apenas vislumbrar a passagem e pensam que se mantém no controle da situação (ha-ha-ha!), e tentam retomar o controle, para  modificar o processo de transição, o que dá ensejo às primeiras rusgas.

- continua -

Falta de pegada?

19. January. 2009 por Eduardo S  

Sexo animal é comigo mesmo, gata!
“Democracia demora e dá trabalho, melhor deixar que eu decido”; esse é o lema da minha vida.

Depois do post da semana passada, em que um leitor conclamava os machos a se unirem em torno de uma causa, essa semana resolvi dar voz a uma leitora, que nos traz uma contribuição internacional.

Antes de ler o seu relato, vale destacar que eu conheço a personagem. Ela é uma mulher realmente bonita e interessante. Ou seja, não é o desabafo de uma baranga!

Ainda que queiramos nos enganar, não adianta, o sexo oposto é sempre o principal assunto que passa pelas nossas cabeças e que, conseqüentemente, está sempre presente em qualquer conversa entre amigos. Aqui em Barcelona, desde quando cheguei, esse tema tem estado mais presente do que nunca. Creio que isso se deve ao fato do sexo oposto aqui ser muito particular (tão particular que quase não tive acesso).

Inicialmente, antes de vir, pensei que a Espanha tinha um dos tipos de homens mais calientes do mundo, talvez pelo famoso cinema que nos fez acreditar nisso. Quando cheguei vim bastante feliz e animada com essa premissa e andava na rua com os olhos abertos e atentos para ver e não perder de vista os morenos-com-barba-por-fazer-e-cara-de-homem quando passassem. A verdade é que o tempo foi passando e eles ainda não cruzaram meu caminho na quantidade que eu esperava.

Pois é verdade, ter expectativas não é algo que deveríamos cultivar nos nossos seres. Conheci um par deles (não exatamente dos quais me referi anteriormente, mas que têm em comum o fato de serem daqui…), com os quais tive mais intimidade e posso falar algo com conhecimento de causa. Pareceu-me um pouco esquisito o grande gosto pela moda, cosmética e gastronomia e o quase-nulo conhecimento de mulheres. Ou seja, para temas de onde tem um bom lugar pra comer, como cuidar da pele e cabelo, sair com amigos etc eram muito bons; mas para olhar fixamente nos olhos, dizer que te quer, segurar sua mão com vontade, dizer o tesão que sente ou até entregar-se na cama, é algo que realmente ainda não vi.

Sim, pode ser pura má sorte, mas acho que tem algo no homem daqui (e digo mais do europeu de uma forma geral do que do espanhol em si) de uma falta de tato com o tema mulher-sexo. Agora, uma pergunta que fica no ar e que me dá um medo de arrepiar a espinha: isso é sinal de uma cultura conservadora que não os treinou para sentir e aplicar o tesão; ou os homens estão mudando de lado, como diríamos no vocabulário chulo?

Depois dessa, acho que vou complementar meu lema: “Já que sou eu que decido, chega mais minha, minha nega!”.

Afinal, se as mulheres de lá estão passando por esse problema (falta de pegada), eu sou candidato a recebê-las aqui no Brasil ou ir visitá-las por lá! Vocês não?

Dissensão: I – Premissa

14. January. 2009 por Maxmillian Roberts  

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A forma de encarar a vida para homens e mulheres difere muito. A principal diferença é o filtro utilizado por estes dois gêneros.
Normalmente, o homem tem ao seu lado a simplicidade e a objetividade, enquanto, a mulher conta com as emoções e a subjetividade inerentes à sua espécie. Portanto, quando um casal se encontra, uma reação padrão se inicia:

  • Para o homem: “Oba! me dei bem! É essa! Concentração no objetivo! Preparar rota de fuga com possibilidade de replay!” – um modelo de raciocínio lógico e procedimental.
  • Para a mulher: “Hum! Taí um belo espécime”. Nesse comentário, estão incluídas várias avaliações subjetivas dos aspectos do sujeito, coletados durante “entrevista”. E, tudo o que ele disse nesse primeiro contato é registrado, catalogado e armazenado para uso futuro.
  • E é nesse momento que nasce a dissensão.

    A realidade é que, o homem, não partiu para esse encontro com a pergunta “Quem é esta mulher?” e sim com a pergunta “Como vou levar esta mulher para a cama?”

    Pode parecer chauvinista, mas, com a mulher não é diferente, pois ela também não partiu da pergunta: “Quem é este homem?” e sim da pergunta “Como posso fazer com que este homem seja o homem dos meus sonhos”

    - Continua -

    Pendentes

    27. December. 2008 por Salomão Valadão  

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    Gostaria de pedir desculpas às pessoas que estão tentando se juntar às minhas comunidades do orkut. Minhas comunidades são um fracasso porque não tem ninguém mais além de mim em todas elas. E não é por falta de interesse das pessoas. É que, a cada vez que alguém se junta a uma delas, o orkut me manda a seguinte mensagem:

    Membros Pendentes

    Infelizmente minhas comunidades nunca irão vingar, pois, obviamente, se me pedem para aprovar ou recusar “membros pendentes” eu recuso! O dia em que eu aceitar membros pendentes (ou eretos, que sejam), por favor, alguém me dê um tiro!

    Mea Nostras culpa

    18. December. 2008 por Pedro Nunes  

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    Rolou aí uma certa revolta feminina generalizada em decorrência de um texto publicado semana passada por um dos integrantes das fileiras da H.O.M.E.M. Quanto a isso, venho publicamente pedir desculpas: como membro desta Honrada Organização, a última coisa que quero fazer – e creio que meus companheiros seguem essa filosofia – é ofender ou desagradar o sexo oposto de alguma maneira. O objetivo deste blog não é, de forma alguma, acirrar ainda mais a guerra entre os sexos ou jogar lenha na fogueira das vaidades que queima entre homens e mulheres. Pelo contrário: é tentar trazer alguma luz aos incautos que, por inaptidão, imprudência ou imperícia, não sabem como lidar com as mulheres.

    Não que eu seja um grande expert (e quem me conhece sabe que eu sou até meio amador), mas qualquer experiência compartilhada é válida, afinal.

    Infelizmente, como qualquer iniciativa masculina nesse sentido, uma ou outra mensagem acaba sendo mal-interpretada, qualquer que seja a razão, e não estou aqui para crucificar um honrado companheiro. De todo modo, sendo este um blog escrito a várias mãos, opiniões podem – e vão – variar. Senti necessidade, portanto, de lançar aqui as minhas palavras a respeito do julgamento masculino sobre a inteligência feminina.

    Em primeiro lugar, as mulheres não são burras em sua maioria. Existem, logicamente, mulheres burras, como existem homens que morreriam pastando se caíssem catando cavaco. Mas não acredito que seja uma característica cromossômica, como alguns homens gostam de insinuar (ou afirmar, em certos casos). Antes, considero culpa de um estúpido comportamento masculino a falta de foco de algumas mulheres em questões pelos homens consideradas como sendo indicadoras de intelecto.


    Porque não existe gostosona burra que supere os encantos de uma mulher inteligente!

    A maioria dos homens não exige inteligência de sua(s) mulher(es), apenas peitos empinados, bunda grande e coxas grossas. Tudo isso, de preferência, firme e à mostra. Inteligência é apenas uma peculiaridade, não um pré-requisito. Mulheres, por outro lado, exigem dos homens um bocado mais do que isso. Não basta chegar, é preciso chegar de forma esperta. Não é só dizer “Oi” e ficar esperando que ela leve a conversa adiante, é necessário dar um rumo interessante ao que se diz. Não basta querer, tem que fazer por onde. Dar o sangue, suar a camisa, correr atrás.

    Homens desenham e constróem pontes, pilotam foguetes, desenvolvem mecanismos de propulsão, submarinos, GPS, televisores de plasma. Homens quebram a cabeça para descobrir como bombar sementes, criar água a partir do nada, transformar anéis de latas de refrigerante em ouro puro. Homens se esfalfam em todas as áreas das ciências e da artes por uma razão muito simples: mulheres.

    Ninguém quer pilotar um jato experimental que voa no subespaço entre as dimensões a cinqüenta vezes a velocidade do som! Ninguém quer entrar numa cápsula cheia de toneladas de combustível e acender aquela trolha para dar a volta na lua! Ninguém quer operar uma britadeira sobre as vigas oscilantes do septuagésimo terceiro andar de um arranha-céu em construção! Ninguém quer flutuar no vácuo espacial, apertando os parafusos de um satélite em órbita ou descobrir meios de atravessar um despenhadeiro sobre um rio infestado de crocodilos apenas para levar até o outro lado as cordas necessárias para a construção de uma ponte rústica de madeira! Nós lutamos essas batalhas absurdas, cada homem enfrenta seus demônios desde tempos imemoriais por uma razão simples: tentar convencer uma mulher a sair com ele! E quanto mais difícil a mulher, maior a tarefa à qual o infeliz se submete! Sir Edmund Hillary, o primeiro homem a escalar o Monte Everest, provavelmente era apaixonado por uma neozelandesa que dispensava a ele tratamento tão gélido que tornava a idéia de escalar aquela monstruosidade geológica, com todos os seus perigos, um passeio no parque. Por trás de cada grande feito, cada gloriosa obra de arte, o que existe é isso: um homem querendo comer uma mulher.

    Porque é isso que as mulheres fazem: exigem, solicitam, pedem, mandam e desmandam. E por mais que nós nos gabemos para nossos amigos desses feitos absurdos, todos eles sabem que o mérito não é nosso, mas de vocês. Vocês nos convenceram a isso, ainda que não tenham dito nada. Nós nos convencemos a arriscar nosso pescoço das mais variadas formas, porque talvez, só talvez, isso faça aquela vizinha gostosa que nunca nos deu a menor pelota considerar a possibilidade de lembrar o nosso nome (e quem sabe nos dar o número do telefone…).

    E o que uma mulher precisa fazer para convencer um homem a ter uma ereção, tirar as roupas e ir para a cama com ela? Geralmente, mostrar os peitos é suficiente.

    Nós não exigimos nada das mulheres! Tudo o que os homens vêm ensinando às suas filhas, irmãs, sobrinhas e primas, desde que o mundo é mundo, é que elas não têm que ler, se informar, pensar de forma crítica e saber dialogar. Toleramos mulheres fúteis, vazias, que não sabem discutir nada além do último episódio da novela das 8 ou a vida sexual do povo da casa da frente só por que têm peitos antigravitacionais, e depois ficamos com esse papinho machista de que as mulheres são burras? Ensinamos às meninas, desde pequenas, que o que elas precisam é ser suficientemente gostosas pra arranjar um marido cheio da grana e ajudar a família a encher a burra de dinheiro e esperamos que saia, desse angu, que tipo de caroço?

    É POR ISSO, e não por uma suposta deficiência intelectual latente, que os grandes feitos femininos só passaram a ser documentados com certa assiduidade nos últimos anos: porque as mulheres suficientemente espertas a ponto de ver além dessas cobranças superficiais, a ponto de querer algo maior que a típica vidinha “confortável” de dona-de-casa, a ponto de acreditar que elas também podem traçar metas e cumprir objetivos absurdos conseguiram o direito de fazer isso e vêm fazendo, desde então.

    Mulheres não são burras, homens são idiotas e fáceis de agradar. E homens idiotas com critérios superficiais incentivam mulheres a serem idiotas e superficiais. E existem muitas mulheres superficiais porque a maioria dos homens é idiota e superficial. É um ciclo. Se cada guria que dissesse “seje” ou que não entendesse referências literárias simples levasse um gelo ao demonstrar a vastidão de sua ignorância indômita – porque ela nunca se propôs a domar, ocupada que estava em descobrir novos sutiãs pra levantar os peitos e calças de empinar bunda -, independentemente de seu grau de beleza, garanto que a maior parte das mulheres se esforçaria muito mais do que se esforça na busca do conhecimento e do desenvolvimento intelectual.

    O problema é que a maioria dos homens também fala “seje”, “menas”, não sabe ler ou escrever e considera que conhecimento e desenvolvimento intelectual é saber explicar corretamente a regra de impedimento. Tudo isso, no fim das contas, resume-se a um conceito simples, que, neste caso, caminha nos dois sentidos: só há mercado porque há demanda.

    Mas saibam, mulheres inteligentes (com ou sem belos decotes, com ou sem bunda grande, com ou sem coxas fornidas), que há quem as aprecie pelo que vocês têm na cabeça, não pelo que têm na calcinha! Para esses homens, o que liga, mais do que o comprimento da sua saia ou a cor da sua lingerie, é sua inteligência, seu conhecimento e seu senso de humor. Nada mais lindo, no universo e ao redor dele, do que uma mulher com senso de humor!

    Porque se uma gostosa de propaganda de cerveja é pra comer, uma gostosa de propaganda de cerveja capaz de fazer citações de Monty Python e discutir o paradoxo do Tostines numa mesa de bar é pra casar!

    Seleção Natural

    17. December. 2008 por Rogerio B.  

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    Putz, acertei uma raivosa!

    Caçar durante a noite é um exercício complicado. As mulheres andam em bando. Cinco, seis, sete, em uma só mesa. É necessário alguma técnica para identificar a exemplar mais saudável. Sabe assim? Estabelecer um primeiro contato como quem acaba de aterrisar em um disco-voador. Algo do tipo:

    — E aí pessoas? Levem-me a sua líder.

    O importante é levantar a poeira. Depois, é só esperar o estouro da manada para descobrir quem são as raivosas, as muito tontas, as desesperadas, as complicadas, as surtadas, as bem-humoradas e inteligentes (normalmente são as que ficam dando pulinhos curiosos de um lado para o outro sem saber se correm ou espiam mais um pouco). Feita a seleção natural, é só focar no alvo. Para que perder tempo correndo atrás de zebra se o bom mesmo é comer a gazela?

    Cérebro Masculino e Feminino

    21. November. 2008 por Jaime Alves  

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    Em um seminário sobre casamento e relacionamentos, Mark Gungor fala sobre as diferenças entre o cérebro masculino e feminino. IMPERDÍVEL!

    fonte: My Name Is