Lições do papai
Nunca pensei que uma memória relacionada ao meu pai pudesse definir tanto meu comportamento com as mulheres. Acho que o ano era 1986. Ele adorava carros e minhas lembranças dele se confundem até hoje com os carangos que possuiu: os dois pumas Spider (amarelo e vermelho), o Dodge Charge RT, o Chevette cinza e o Santana vinho. Esse último foi, provavelmente, o único que ele havia comprado zero km e estava tirando aquela onda de coroa no carrão. Eu adorava aquele carro, aliás, toda a família. Saímos para almoçar, os quatro como sempre. Picanha no bar 810, maravilha! Porém no ...
Dissensão: III – Conseqüências
Deste ponto em diante, os componentes da relação começam a perceber que seus atos não passaram impunes, notam, primeiro de forma frívola, depois, perturbadora, que a lei da ação e reação ainda vige, e passam colher os frutos de sua inconseqüência. As brigas e os momentos de melindre começam a superar os momentos legais e a paz fabricada desmorona. Esse processo é gradual , tortuoso e normalmente leva a uma destruição da relação de uma forma inequívoca e irrevogável. O convívio passa a ser mais obrigação que prazer. A vida a dois se transforma em resmungos e cópula, pontuados por esparsas explosões de ...
Estudo de caso: A Pochete.
Em artigo anterior, abordei o Movimento Feminino Perverso (MFP), idéia abstrata de difícil entendimento. É mais ou menos como a Matrix: você só percebe a sua existência quando escapa dela. Pela dificuldade de explicar o conceito, talvez seja mais fácil pesquisar casos onde a influência do MFP ficou evidente - e poucas oportunidades expuseram tanto o nefasto movimento quanto o histórico fenômeno da extinção do uso da pochete. Até o início dos anos 70, as mulheres tinham uma grande vantagem sobre os homens: usavam bolsas para carregarem seus badulaques. Nós, homens, entulhávamos os bolsos de nossas calças sociais, paletós e até ...
Dissensão: II – Da Paz às Primeiras Rusgas
Aí, seja por alguma armadilha do destino, por uma ou algumas belas trepadas, por falta do que fazer, ou seja pela solidão, o homem e a mulher continuam se vendo e começam a formar aquilo que chamaremos de "relação". Desse momento em diante, toda aquela sutileza de pensamento masculino e a lógica já foram para o vinagre. O plano estava indo bem, até que ele pegou na mão dela, e se apaixonou. Nota: O verbo "apaixonar", no caso é utilizado no mais amplo espectro possível, pois a paixão e o amor estão, desde a fundação até os dias de hoje, em debate ...
Falta de pegada?
“Democracia demora e dá trabalho, melhor deixar que eu decido”; esse é o lema da minha vida. Depois do post da semana passada, em que um leitor conclamava os machos a se unirem em torno de uma causa, essa semana resolvi dar voz a uma leitora, que nos traz uma contribuição internacional. Antes de ler o seu relato, vale destacar que eu conheço a personagem. Ela é uma mulher realmente bonita e interessante. Ou seja, não é o desabafo de uma baranga! --- Ainda que queiramos nos enganar, não adianta, o sexo oposto é sempre o principal assunto que passa pelas nossas cabeças e ...
Dando as cartas sem piedade
Como se conheceram? Dizia ela que já o conhecia. Afirmava que já o vinha cobiçando há muito tempo, desde os tempos de baladas da faculdade. A fama dele era irretocável, as garotas da faculdade faziam de tudo para ter alguma coisa com ele, o que não era nada fácil. Ele gostava de um bom papo, tinha bom gosto, era seletivo e transava com quem queria. Tudo dependia exclusivamente dele “querer” e não delas. Isso vinha desde o tempo de escola, era na verdade da raça “Observador”. Conhecia as mulheres como ninguém e sabia a hora certa de abordar uma mulher. Mas ...
Manifesto de um leitor
Pouco antes de postar o meu texto semanal, recebi o e-mail abaixo de um leitor do site. Bem, resolvi me solidarizar com o tema e divulgar a manifestação que me parece justa e adequada ao site da Honrada Organização Mundial dos Especialistas em Mulheres (H.O.M.E.M). Amigos, barrigudos ou não, vamos para o bar, celebrar! == Dia Internacional da barriga! Você, homem, que está cansado de lutar contra a balança, que se olha no espelho e vê aquela barriguinha e inveja o vizinho que gosta de andar mostrando o abdômen bem definido etc, não fique triste. Lembre-se que o malhador ficou na academia por horas, lembre-se ...
Dissensão: I – Premissa
A forma de encarar a vida para homens e mulheres difere muito. A principal diferença é o filtro utilizado por estes dois gêneros. Normalmente, o homem tem ao seu lado a simplicidade e a objetividade, enquanto, a mulher conta com as emoções e a subjetividade inerentes à sua espécie. Portanto, quando um casal se encontra, uma reação padrão se inicia: Para o homem: "Oba! me dei bem! É essa! Concentração no objetivo! Preparar rota de fuga com possibilidade de replay!" - um modelo de raciocínio lógico e procedimental. Para a mulher: "Hum! Taí um belo espécime". Nesse comentário, estão incluídas várias avaliações subjetivas ...
É bom ser homem
Estudo de caso: A Pochete.
Em artigo anterior, abordei o Movimento Feminino Perverso (MFP), idéia abstrata...
Manifesto de um leitor
Pouco antes de postar o meu texto semanal, recebi o e-mail abaixo de um leitor do...
Coisas que elas esquecem
Quando R. foi morar sozinho resolveu fazer uma coleção para se ocupar e preencher...
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Manifesto de um leitor
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Como ser Homem – A escolha do mictório público adequado.
Deus deu à mulher o dom de gerar uma nova vida dentro de si; para compensar, deu...
Por saber que muitos dos leitores e leitoras deste site não têm o hábito de ler...
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Lições do papai
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Dando as cartas sem piedade
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Sexo com amor
Conforme meus amigos e eu vamos ficando mais velhos, mais freqüentemente tenho...
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Deste ponto em diante, os componentes da relação começam a perceber que seus...
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Falta de pegada?
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Como diria o Dr. House: Everybody lies. Seja casado ou solteiro, homem ou mulher,...
Quem nunca se pegou naquela situação bizarra de começar a sair com uma mulher...
Como reconhecer uma roubada.
Para um bom observador, são muitos sinais os quais indicam que uma mulher é uma...
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Antes de mais nada, deixa eu me apresentar, né? Eu me chamo Yuri, moro em uma das...
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Esse post deveria seguir a minha linha normal de pé-na-porta-e-tapa-na-cara, mas um triste acontecimento me fez mudar o assunto. O Garotas que dizem Ni acabou. Flavia, Clara e Viviana são geniais, divertidas e tem um humor refinado. Mulheres que conseguem versar sobre Stallone, A Fantástica Fábrica de Chocolate, Seinfeld, He-Man, lombrigas, o coelho... [continue lendo]
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